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Meus amigos e amigas do ®DOUG BLOG, vamos falar de algo que muito me agrada: Mitologia. E de qual mitologia você mais gosta?
Entre as mitologias existentes, as mais conhecidas e tradicionais são: “Grega e Romana”, porém existem outras, mas, isso destacarei futuramente aqui no ®DOUG BLOG.
A “Mitologia Romana”, segue as diretrizes da “Mitologia Grega”, onde muda-se somente as alcunhas, por exemplo, a forma do Deus mitológico grego “Zeus é Júpiter”; “Poseidon é Netuno”; “Hades é Plutão”; “Ares é Marte”; “Apolo é Febo, o iluminado”; “Afrodite é Vênus”. O entendimento mitológico da “Roma Antiga”, em sua concepção, tenta explicar a formação do Mundo, os fenômenos da natureza, os sentimentos e sensações físicas dos humanos e a evolução do conhecimento com outras influências.
Mas, nesta publicação do ®DOUG BLOG, quero destacar especificamente “Ariadne”. Mas, quem é “Ariadne na Mitologia Grega?” A história de “Ariadne” está literalmente amarrada a narrativa de “Teseu”.
“Ariadne” é a filha do “rei de Creta, Minos”. Conta a lenda que ela ajuda “Teseu”, seu grande amor, a sair do labirinto do “Minotauro”, seguindo um novelo de lã, denominado de: “fio de Ariadne”.
O “fio de Ariadne” é usado, fora das narrativas mitológicas, como metáfora para a consciência humana. É o que nos chama de volta para a civilização, deste labirinto em que nos encontramos, na retomada do convívio social, como foi o caso da pandemia, por exemplo. Assim, seguir este “novelo de esperança”, é o que nos conduzirá a uma “nova Creta”, não mais governada pelo “rei Minos”, por um vírus, ou qualquer outro momento insatisfatório que se apresente.
Ou seja, o “fio de Ariadne” existe em nosso dia a dia, para desenovelar-se e manter nossas vidas seguras, para que possamos solucionar problemas. E por estarmos cada vez mais sozinhos dentro dos “labirintos sociais”, só nós (por nós mesmos), poderemos buscar através do “fio condutor” da nossa inteligência, entender as diversas maneiras de aplicar a lógica no ato de solucionar tribulações, por todos os meios disponíveis e aplicáveis, na tentativa de nos libertar dos nossos açoites cotidianos.
O “fio de Ariadne” deu origem ao conto de fadas de tradição oral dos irmãos: “Jacob Ludwig Karl Grimm” (4 de janeiro de 1785 - 20 de setembro de 1863) & “Wilhelm Karl Grimm” (24 de fevereiro de 1786 - 16 de dezembro de 1859): “Hänsel und Gretel - João e Maria” (data da primeira publicação: 20 de dezembro de 1812), que relata a história de um lenhador, sua segunda esposa e dois filhos do primeiro casamento.
A trama inicia-se em um suposto passeio (que na realidade era um plano da madrasta abandonar os filhos do lenhador na floresta).
Dizem que escutar atrás da porta é falta de educação, mas, no caso de João e Maria foi providencial, pois, tendo escutado tudo, João que era um menino esperto, esperou que o pai e a madrasta estivessem dormindo, saiu da cabana, catou um punhado de pedras que brilhavam ao clarão da Lua e as escondeu no bolso, depois voltou para a cama. Ao amanhecer, a madrasta acordou as crianças, que foram com o pai e a madrasta cortar lenha na floresta e lá foram abandonadas. Mas, João havia marcado o caminho com as pedrinhas e, ao anoitecer, conseguiram voltar para casa. O pai ficou contente, mas a madrasta, não. Mandou-os dormir e trancou a porta do quarto. Como era malvada, ela planejou levá-los ainda mais longe na floresta, no dia seguinte.
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