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Bem amigos e amigas do ®DOUG BLOG, dia (23 de abril - terça-feira), é dia de saudar o meu “santo de devoção - São Jorge Guerreiro - do latim - Georgius”... SALVE JORGE!
“Jorge”, nasceu em (275 d.C.), na antiga região chamada “Capadócia - Turquia”, filho de “Gerondios”¹, um militar que faleceu em uma grande batalha. Após a morte do pai, “Jorge” e sua mãe, “Polychronia”², nascida na cidade de “Lida - atual - Lod”, em - Israel”, mudaram-se para a “Terra Santa” (localizada entre o “Rio Jordão e o Mar Mediterrâneo”). “Polychronia”, era uma mulher muito instruída e que possuía muitos bens. Assim, ela mesmo tendo ficado viúva, conseguiu dar ao filho uma educação exemplar. Quando sua mãe faleceu, “Jorge” recebeu a herança que lhe cabia e foi enviado para um nível ainda mais alto na sociedade.³
Mas, na “Corte do Imperador”, quando começou a ver a crueldade com que os cristãos eram tratados, pelo “Império Romano” (qual ele servia com devoção), mudou seus conceitos e pensamentos, pois, ele já conhecia o cristianismo, por influência de sua mãe e da “Igreja de Israel”. Assim, “Jorge” deu seu primeiro passo de fé e desprendimento material, distribuindo todos os seus bens aos pobres. Mesmo sendo membro do alto escalão do exército, quis a verdadeira salvação prometida pelo Evangelho, que ele já era conhecedor e praticante.
Porém, o Imperador “Diocleciano” (243 d.C. - 311 d.C.), tinha outros planos. Sua intenção era eliminar os cristãos. E no dia em que o Senado confirmou o decreto do Imperador, qual autorizava daquele dia em diante a eliminação dos cristãos, “Jorge” levantou-se na tribuna e se debelou, declarando espanto e insatisfação com tal decisão arbitrária, abusiva e absurda. Assim, diante de todos, ele disse que os romanos é que deveriam assumir o cristianismo em suas vidas. Os presentes ficaram muito surpresos, quando ouviram tais palavras vindas da boca de um membro da “Suprema Corte de Roma”. Questionado por um Cônsul sobre o porquê de suas palavras? - “Jorge” respondeu-lhe, que estava dizendo aquilo, pois, havia se convertido ao cristianismo e, acreditava na verdade e que por esta verdade, defenderia os ideais sagrados a todo custo, dando testemunho da sua fé.
“Diocleciano”, furioso ao ver o cristianismo infiltrado no Império, tentou obrigar “Jorge” a desistir da fé cristã. Por isso, enviou-o a sessões de torturas violentas e terríveis (machucando seu corpo, porém, sem macular sua alma). E depois de cada sessão de tortura, “Jorge” era levado de volta ao Imperador. Este lhe perguntava se, depois da tortura, abandonaria a fé cristã. “Jorge”, reafirmava sua fé, cada vez com mais fervor.
Muitos romanos ao presenciar estes fatos tomaram as dores de “Jorge”, até mesmo a própria esposa do Imperador, “Alexandra de Roma” (também conhecida como “Prisca” (245 d.C. - 303 d.C.), algum tempo depois, se converteria à fé cristã, crendo também, em “Jesus” como seu único salvador. Por fim, “Diocleciano”, vendo que não conseguiria dissuadir “Jorge” de sua fé, mandou que ele e a Imperatriz “Prisca” fossem degolados no dia (23 de abril de 303 d.C.), fato acontecido na cidade de “Nicomédia, na Ásia Menor”.
Os cristãos recolheram os corpos de “Jorge e Prisca” e os veneraram, como mártires. E todo morto por causa da fé em “Jesus Cristo”, segundo a fé cristã, se torna Santo. Mais tarde, as relíquias de “Jorge” foram levadas para a antiga cidade de “Dióspolis”, onde ele crescera e lá, seu corpo foi sepultado. Anos mais tarde, o primeiro Imperador cristão chamado “Constantino Magno” (272 d.C. - 337 d.C.), conhecendo a sofrida e bela história de “Jorge”, mandou que fosse construído um oratório em sua homenagem, para que assim, a devoção a ele se elevasse por sua santidade e se espalhasse por todo o “Império Romano”.
[A LENDA]
Segundo a lenda de “São Jorge”, ele e sua legião romana, levantaram acampamento numa região próxima a “Salone - Líbia - no Norte da África”. Lá, diziam haver um enorme dragão. O animal estaria devorando todos na cidade. Diziam que o hálito da terrível criatura era tão venenoso, que qualquer um que se aproximasse, poderia morrer ao inalar seu bafo fétido.
Com o intuito de manter esta besta alada, longe das cercanias da cidade, o Rei mandava oferecer ovelhas, para alimentar a fera. Quando acabarem as ovelhas, começaram a oferecer as crianças do reino. Um dia, o sacrifício caiu sobre a filha do Rei, “Sabra”, de 14 anos.
A menina foi em direção à seu cruel destino e, ao deixar as muralhas da cidade, ficou ali à espera da criatura. “São Jorge”, ao ficar sabendo do acontecido, decidiu por fim na trama. Montou em seu fiel ginete branco de nome: “Rocinante”⁴ e foi de encontro ao demônio alado.
“Jorge da Capadócia” antes de partir para a batalha (montado em “Rocinante”), exigiu que o Rei desse sua palavra de honra, que se ele trouxesse sua filha de volta ilesa, o Rei e todo o reino se converteria ao cristianismo. O Rei aceitou dando sua palavra de honra, na presença de seus súditos.
“São Jorge”, então, partiu para a luta com o feroz dragão. Depois de muita luta e orações, “São Jorge” acertou a cabeça do dragão com sua poderosa espada, que ele nomeava de “Ascalon”. Depois, cravou sua espada debaixo de uma das asas da fera, bem no centro do coração. Assim, o animal foi ferido mortalmente, tombando sem vida.
“Jorge da Capadócia” amarrou o dragão e o levou arrastado por “Rocinante”, até o reino, levando consigo em seu cavalo, a jovem princesa. Logo que passou pelas muralhas do reino, a multidão perplexa, observava o guerreiro, com a cabeça da fera nas mãos, ofertando ao Rei como troféu, do resgate da jovem princesa “Sabra”. O Rei, com havia prometido, converteu-se e também converteu todos os seus súditos, ao cristianismo.
Esta metáfora do dragão simboliza a idolatria que tira a vida de pessoas inocentes e causa destruição, sendo a idolatria aniquilada pelas armas da fé, inerente a qualquer religião que professemos. A jovem princesa que “São Jorge” salvou representa a região onde se combate as heresias contra o cristianismo.
Reza a lenda (que acabou se tornando uma crença para muitos), que “São Jorge” decidiu viver na Lua para proteger a humanidade de todos os perigos e males da Terra. Já na Umbanda, “São Jorge” é denominado de “Ogum ou Ogulê”, sendo um dos principais orixás e patronos de uma das sete linhas desta religião, formada por elementos de outras religiões, onde reside na Lua, em busca das vibrações femininas de sua alma masculina.
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[NOTAS FINAIS ®DOUG BLOG]
¹-² (sem datas precisas de nascimento e morte).
³ Ao atingir a adolescência, “Jorge” seguiu a carreira do pai e assim, entrou para as tropas romanas, pois, tinha um temperamento naturalmente combativo. Tanto é, que logo se tornou “Capitão do Exército Romano”. “Jorge” tinha grandes habilidades com lanças e espadas, por conta desta habilidade, o “Imperador Diocleciano”, deu a ele o título nobre de: “Conde da Capadócia”. Assim, com apenas 23 anos, “Jorge” passou a morar na alta corte de “Nicomédia”. Neste tempo, ele exerceu o cargo de “Tribuno Militar”.
⁴ “Rocinante”, fiel ginete de “São Jorge”, inspirou o escritor, “Miguel de Cervantes” (29 de setembro de 1547 - 22 de abril de 1616), a dar o mesmo nome ao cavalo de seu personagem burlesco: “Dom Quixote de La Mancha” (Séculos: XVI-XVII).
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웃 PERSONAGENS NAS ARTES NÃO MENCIONADOS NO TEXTO:
* Outro “Jorge de fé — Jorge Mario Bergoglio - Papa Francisco I” (17 de dezembro de 1936 - *). * Arte inicial animada da postagem ®DOUG BLOG. * “Jorge Mario Bergoglio - Papa Francisco I”, faleceu na manhã de (21 de abril de 2025) às 7h35, horário do “Vaticano - Itália”, aos 88 anos. O pontífice de hábitos simples que lutou para mudar a Igreja, sendo o primeiro latino-americano a governar a “Santa Sé”, deixa um legado de tolerância e diálogo, tendo promovido reformas importantes, acolhido minorias e priorizado os pobres. “Francisco” ocupou o cargo mais alto da Igreja Católica por 12 anos.
“Fernanda Abreu — Programa Som Brasil”
♫Jorge sentou praça
Na cavalaria
Eu estou feliz porque eu também sou
Da sua companhia.
Jorge sentou praça
Na cavalaria
Eu estou feliz porque eu também sou
Da sua companhia.
Eu estou vestida com as roupas
E as armas de Jorge
Para que meus inimigos tenham pés
E não me alcancem
Para que meus inimigos tenham mãos
E não me toquem
Para que meus inimigos tenham olhos
E não me vejam
E nem mesmo um pensamento eles possam ter
Para me fazerem mal
[Porque]
Porque eu estou vestida com as roupas
E as armas de Jorge
[Ééé]
Salve Jorge!
[Todo Mundo]
Salve Jorge!
Salve Jorge!
Salve Jorge!
Salve Jorge!
Salve Jorge!
[Salve Simpatia!]
Eu estou vestida com as roupas e as armas de Jorge
Para que meus inimigos tenham pés e não me alcancem
Tenham mãos e não me toquem
Tenham olhos e não me vejam
E nem em pensamento eles possam me fazer mal
[Ééé]
Armas de fogo
O meu corpo não alcançarão
Facas e espadas se quebrem
Sem o meu corpo tocar
Cordas e correntes arrebentem
[Ééé]
Sem o meu corpo amarrar
[Porque]
Porque eu estou vestida com as roupas
E as armas de Jorge
[Jorge Ben Jor].
Salve Jorge!
Salve Jorge Ben Jor!♫
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♪“Jorge de Capadócia” (1992), é uma composição do cantor e compositor brasileiro: “Jorge Duílio Lima Meneses - Jorge Ben Jor” (22 de março de 1939), interpretada neste vídeo do programa “Som Brasil” (1993), por: “Fernanda Sampaio de Lacerda Abreu” (8 de setembro de 1961).
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