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Dizem que se você está feliz, deve falar isso bem baixinho, para que os invejosos de plantão não detonem a tua felicidade.
Pessoas infelizes são uma coisa séria, elas gostam de dias de tempestade. Eu, mesmo diante das adversidades da vida, dos contratempos e das pessoas que tentam “puxar o tapete” debaixo da gente, tenho a capacidade de lidar com estes inconvenientes e ser uma pessoa feliz, pois, sou um ser de luminescência que adora os dias de Sol e a positividade.
Até as estrelas que vemos no Céu são reflexos, são o lado sombrio da luz delas próprias que já se apagou, mas, para os olhos humanos, elas continuam a brilhar. Ou seja, quem foi feito para brilhar de verdade, são as pessoas felizes e vivas, pois, depois que morremos, a nossa estrela da felicidade e dos sonhos se apaga definitivamente.
Ser feliz é saber fugir da monotonia da vida. A felicidade não pode parecer algo razoável para nós. Mas, é lógico que ninguém consegue ser feliz o tempo todo, nem pessoas alienadas conseguem este feito.
Pessoas que dizem que estão infelizes no trabalho abandonam o emprego, vão para outro e permanecem infelizes. A infelicidade, assim como a felicidade está nas pessoas, não adianta sair de casa em busca da felicidade, porque, a felicidade não é um lugar, nem está nos outros, a felicidade é um estado de espírito que traz em seu rastro o sucesso no amor, na saúde, nos prazeres cotidianos, na beleza estética, etc...
A melhor receita para a felicidade é exatamente evitar receitas e regras, porque, desde a antiguidade, o homem imaginou e explorou todas as formas possíveis de ser feliz e o mundo evoluiu junto da tolice do ser humano, que cresceu em população mas, quase não evoluiu em raciocínio, porque, ainda há quem procure a felicidade nas caixas de barbitúricos de tarja preta, nas drogas, nas bebidas alcoólicas, nos jogos de azar e em tantas outras coisas, que nada têm de felicidade.
Segundo Aristóteles, em “Ēthicà Nicomáche”¹, sua principal obra, que reúne dez livros e trata dos mais variados assuntos, inclusive a felicidade, o autor defende ser a felicidade uma espécie de finalidade da ação humana desde o nascimento até a morte.
Como bem disse Jorge Mario Bergoglio - Papa Francisco I (17 de dezembro de 1936 - *): “O caminho para sermos felizes é a simplicidade!”
E mesmo que os saudosos compositores brasileiros: Tom, Vinicius e Bonfá, acreditassem que: “Tristeza não tem fim, felicidade sim...” - eu prefiro discordar e assim, chova ou faça sol, continuo acreditando na danada da felicidade, porque, ser feliz dá trabalho, mas, é necessário.
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[NOTAS FINAIS ®DOUG BLOG]
* “Ēthicà Nicomáche - Ética a Nicômaco”, foi escrita na fundação do Liceu, em (300 a.C.), sendo o pensamento moral de Aristóteles (19 de junho de 384 a.C. – 7 de março de 322 a.C.), que está exposto também na obra: “Ēthicà Eudemian - Ética a Eudemo” (em três livros).
* Jorge Mario Bergoglio - Papa Francisco I, faleceu na manhã de (21 de abril de 2025) às 7h35, horário do Vaticano - Itália, aos 88 anos. O pontífice de hábitos simples que lutou para mudar a Igreja, sendo o primeiro latino-americano a governar a Santa Sé, deixando um legado de tolerância e diálogo, tendo promovido reformas importantes, acolhido minorias e priorizado os pobres. Francisco ocupou o cargo mais alto da Igreja Católica por 12 anos.
웃 PERSONAGENS NAS ARTES NÃO MENCIONADOS NO TEXTO:
* Recruta Zero - Beetle Bayley (4 de setembro de 1950), criação do cartunista americano: Addison Morton Walker - Mort Walker (3 de setembro de 1923 - 27 de janeiro de 2018).
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“A Felicidade” (1959)
♫Tristeza não tem fim
Felicidade sim.
A felicidade é como a gota
De orvalho numa pétala de flor
Brilha tranquila
Depois de leve oscila
E cai como uma lágrima de amor.
A felicidade do pobre parece
A grande ilusão do carnaval
A gente trabalha o ano inteiro
Por um momento de sonho
Pra fazer a fantasia
De rei ou de pirata ou jardineira
E tudo se acabar na quarta-feira.♫
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♪ “A Felicidade” é um samba-canção de (1959), dos compositores brasileiros: Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim - Tom Jobim (25 de janeiro de 1927 - 8 de dezembro de 1994), Marcus Vinicius de Moraes (19 de outubro de 1913 - 9 de julho de 1980) e Luiz Floriano Bonfá (17 de outubro de 1922 - 12 de janeiro de 2001).
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