Qual a razão para gostarmos tanto de interagir em “Redes Sociais e Blogs”, por exemplo? Será devido a solidão social em que vivemos nos dias corridos de hoje, onde quase ninguém mais se visita? Será pela “Zona de Conforto” que criamos nos nossos lares e assim, nos entrincheiramos em casa, combatendo da maneira que der, da violência urbana? Será Por vaidade de contemplar os nossos escritos publicados na Web? É óbvio, que cada um que estiver lendo este texto, terá o seu motivo, que talvez nem seja um destes.
Eu escrevo não de maneira egoísta, mas, devo admitir, que primeiro escrevo para mim mesmo, pois, escrever é uma experiência solitária, onde não tenho como saber quem irá ler o que redigi e muito menos, quantas pessoas irão ler, depois que decidir mandar os originais para a gráfica, ou apertando a tecla “Enter”.
Este ato solitário entre o autor e o seu texto, permite transferir os pensamentos para o “editor de texto”, de maneira lúdica, porém, sempre medindo o que se escreve, pois, um autor a princípio (como disse anteriormente), escreve de maneira solitária, mas, não pode pretensiosamente, desrespeitar os valores dos que irão ler mais à frente, pois, após postados/editados, os escritos tomam vida própria e aí sim, passam a “atingir” as outras pessoas, mesmo que involuntariamente.
Temas políticos e religiosos, são e sempre serão os mais complexos de se abordar, mas, devem ser abordados por todos, pois, precisamos saber exercer os nossos conceitos, sem preconceitos e assim nos fazer entender.
Assim sendo, “quem conta um conto, não aumenta um ponto”... Mas, sim, aumenta um leitor, um amigo/amiga (que mesmo sendo virtual), se faz presente em nossas vidas daquele momento em diante, em que alguém lê o que escrevemos e depois deixa um comentário, interagindo desta maneira conosco (mesmo que seja por educação), torna este ato “lhano”, fazendo a “engrenagem da Web”, girar sem parar.
Eu tento só comentar em postagens que realmente gosto, pois, acho o correto a ser feito. De contrapartida, não escrevo para ganhar “likes” ou atrás de “afagos” para o meu ego... Escrevo, pois, creio que difundir cultura nunca é demais. Eu particularmente tive a oportunidade de estudar muito (e ainda estudo até hoje), aprendi vários idiomas no decorrer da vida. Por assim ser, creio que transmito com bom humor em minhas palavras (mesmo quando falo sério), um legado inspirador para que os mais jovens entendam, que um “Blog” é uma boa ferramenta virtual, que vai além do “YouTube, Facebook, Twitter, Instagram”, ou qualquer “joguinho online”, quais eles tanto apreciam.
Quando comecei no jornalismo (ainda escrito na máquina de escrever), onde, para fazer uma cópia do texto, era necessário duas folhas de papel A4 e no meio, uma folha de papel carbono (alguém se lembra dele?) Hoje, vejo as facilidades que os jovens possuem, mas, também visualizo o desleixo deles e fico desanimado com uma possibilidade de cultura futura, que se apresenta aos olhos curiosos, dos que ainda precisam aprender muito nos erros e acertos da vida.
O legado que nos foi deixado, está sendo deletado dia a dia, nos toques de dedos, tudo em frações de segundos, nos “celulares da vida”. Mas, aí vem o “pulo do gato”, cabe a cada um de nós (que por convicção), pratica cultura, utilizar o “universo virtual da geração Z”, levando a eles, na comodidade de seus “Smartphones”, educação interessante, sem precisar abdicar da qualidade.
Assim sendo, nada mais justo que esta mesma “garotada”, também seja “plateia” dos meus “gifs”, desenhos e textos, pois, fazer um “Blog” com esmero, é um ato de respeito ao leitor do ®DOUG BLOG (tenha qual idade tiver).
Mas, que os jovens não se enganem, escrever o que quer que seja é trabalhoso (mas, nunca deva ser tortuoso). Manter um “Blog” ativo é uma atribulação da dinâmica cultural. Porém, no final das contas, é compensador, pois, o meu intuito ao escrever, é tornar quem lê o ®DOUG BLOG (mesmo que seja por alguns minutos), em alguém um pouco mais culto e feliz.
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웃 PERSONAGENS NAS ARTES NÃO MENCIONADOS NO TEXTO:
* “Mafalda” (1964), do cartunista argentino: “Quino” (17 de julho de 1932 - 30 de setembro de 2020).
* “Garfield e Odie” (1978), criações do cartunista americano: “Jim Davis” (28 de julho de 1945).