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sábado, 14 de fevereiro de 2026

“Biquíni”

Meus amigos e amigas do ®DOUG BLOG, é Carnaval e Verão no “Brasil”, então, vamos falar sobre como o biquíni foi concebido pelas mãos do designer francês “Louis Réard” (10 de outubro de 1896 - 16 de setembro de 1984), um engenheiro automotivo que assumiu os negócios de lingerie de sua mãe, “Marie Eugénie Dufrenoy” (4 de fevereiro de 1849 - 1 de julho de 1940). 

Em (julho de 1940), “Louis” criou o biquíni e, seis anos depois, em (26 de julho de 1946), a primeira peça foi comercializada, consistindo em um sutiã e uma calcinha (um traje de banho de duas peças), que ele denominou de biquíni em referência à bomba atômica lançada sobre o “Atol de Bikini, no Oceano Pacífico”.¹

Porém, não foi fácil para o designer apresentar sua inovação, pois, quase não conseguiu modelos que se dispusessem a utilizar peças de roupas tão minúsculas para a época.  Mas, em (5 de julho de 1946), aconteceu na famosa piscina pública: “Piscine Molitor, em Paris, na França”, um evento de moda histórico, introduzindo o famoso maiô de duas peças extremamente ousado para a época, pois, não cobria o umbigo. No entanto, se as modelos daquela época vissem o tamanho dos biquínis de hoje, certamente vestiriam os de outrora acreditando estarem utilizando um vestido longo de festa.

O biquíni ganhou grande visibilidade quando passou a ser vendido na casa de moda do estilista francês “Jacques Heim” (8 de maio de 1899 – 8 de janeiro de 1967), fabricante de roupas íntimas femininas (de 1930 até sua morte, em 1967). Jacques dirigia a casa de moda qual levava seu nome, tendo encerrado suas atividades em (1969).
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[NOTAS FINAIS ®DOUG BLOG]
¹ Ao todo, os “EUA” detonaram 23 bombas nucleares no “Atol de Bikini” entre (1946 e 1958). Em (julho de 1946), os militares americanos realizaram os primeiros testes atômicos no local, conhecidos como “Able” (1º de julho) e “Baker” (25 de julho), sendo este último um teste subaquático que contaminou os navios e o “Atol de Bikini”.




“Itsy Bitsy Teenie Weenie Yellow 
Polkadot Dot Bikini” — (1960)

♫(Bop, bop, bop, bop, bop-op-op-op-op-op-op)
Ana Maria entrou na cabine
E foi vestir um biquíni legal
Mas era tão pequenino o biquíni
Que Ana Maria até sentiu-se mal
Ai, ai, ai, mas ficou sensacional!

Era um biquíni de bolinha amarelinha tão pequenininho
Mal cabia na Ana Maria
Biquíni de bolinha amarelinha tão pequenininho
Que na palma da mão se escondia.

Ana Maria toda envergonhada
Não quis sair da cabine assim
Ficou com medo que a rapaziada
Olhasse tudo tim-tim por tim-tim
Ai, ai, ai, a garota tá pra mim!

Era um biquíni de bolinha amarelinha tão pequenininho
Mal cabia na Ana Maria
Biquíni de bolinha amarelinha tão pequenininho
Que na palma da mão se escondia.

Ana Maria olhou-se no espelho
E viu-se quase despida afinal
Ficou com o rosto todinho vermelho
E escondeu o maiô no dedal.

Acabou toda folia
Da mocinha da cabine
Mas quem é que não queria
Ver a moça no biquíni?♫
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♪A versão em português da música “Itsy Bitsy Teenie Weenie Yellow Polkadot Dot Bikini - Biquíni de Bolinha Amarelinha Tão Pequenininho”, ficou famosa na voz da cantora “Celly Campello” (18 de junho de 1942 - 4 de março de 2003), sendo uma das gravações mais tocadas nas rádios brasileiras em (1964), na adaptação do compositor, pianista e maestro brasileiro “Hervé Cordovil” (3 de fevereiro de 1914 - 16 de julho de 1979). A canção também ganhou versões em espanhol e francês.

domingo, 8 de fevereiro de 2026

“Ditados Populares — Parte 18”

Meus “Bat” amigos e amigas do ®DOUG BLOG, continuando com os ditados populares, destaco mais 20 deles, chegando aos 360 já apresentados aqui na minha “Gotham City” particular.


341- A expressão “The cherry on the cake”, “A cereja do bolo”, é americana. É uma metáfora que significa o detalhe final, o toque especial ou algo extra que torne tudo ainda melhor. É usada para falar sobre fatos com final feliz, um evento perfeito. Em outras palavras: será o “grand finale”.

342- Dizem que toda cachaça é aguardente, mas, nem toda aguardente é cachaça, porque, a cachaça pura de alambique é tão clara quanto a água, enquanto a aguardente pode ter um tom amarelado devido à cana-de-açúcar utilizada e também por ser envelhecida em tonéis de carvalho. É por isso que a expressão “Água que passarinho não bebe”, está relacionada àqueles bebedores inveterados de cachaça, uma bebida alcoólica muito forte. Ou seja, nada tem a ver com uma água suja que os pássaros se recusam a beber, é só coisa de gente inveterada na bebida mesmo.

343- “Confia em Deus, mas, amarra o teu camelo”. Muitas pessoas entendem de modo errado este provérbio, pensando que se trata de confiar desconfiando. Mas, na realidade, esta expressão se trata de fé e responsabilidade. Significa fazer o que é possível, não fugir de suas obrigações e, se nada acontecer da melhor maneira possível ou algo der muito errado, você ainda deve manter sua fé e perseverar nela. Em outras palavras, confie em Deus, mas faça a sua parte.

💬 Se o mar não está para peixes, de notas de 100 ele está cheio!
344- A expressão “Conversa de Pescador” ou “Papo de Pescador”, pode se referir a um vocabulário cheio de gírias de pesca, ou à pesca esportiva que envolve a captura de peixes que não chegam ao mercado e são devolvidos à água. Em um sentido pejorativo, “conversa/papo de pescador”, é uma narrativa sempre exagerada, contada por pescadores, para destacar os resultados de suas pescarias. Em outras palavras, é um termo usado quando algo parece extremamente fantasioso.

345- Existem alguns ditados populares repetidos de maneira errada e um deles é: “Cuspido e escarrado”, sendo o termo correto: “Esculpido em Carrara”, que deriva dos antigos artistas latinos que esculpiam suas obras em “mármore de Carrara”. Ou seja, eles esculpiam e não “cuspiam” suas obras. Estes artesãos tinham um talento especial para compor estátuas de pessoas utilizando o mármore, ficando muito semelhantes àquelas que representavam, já que o mármore da região italiana de “Carrara” era muito fácil de trabalhar, algo similar à “pedra-sabão” brasileira usada nas obras de “Aleijadinho”.¹

346- “Estar na Capa do Batman”, é uma expressão coloquial que significa estar muito cansado, sem forças, fisicamente e mentalmente exausto ou em uma situação financeira difícil, descapitalizado, falido. Estar em um estado semelhante à capa do Batman após uma luta, rasgada, quase destruída.

347- A expressão “Fazer de gato e sapato”, significa humilhar, maltratar, desprezar ou usar alguém para benefício próprio. A origem da expressão pode estar relacionada à estranhíssima brincadeira infantil de origem norte-americana, denominada: “cat-shoe”, na qual uma criança é vendada e recebe tapas de outras crianças até conseguir segurar uma delas. Outra possível origem é a situação mais humilhante que pode acontecer a um gato... Ser subjugado pelas patas de um cão.

348- “Morcegar” ou “Morcegando”é mais do que apenas uma expressão popular; é um verbo transitivo e intransitivo que significa: tirar vantagem ou explorar uma pessoa e/ou uma situação específica. No uso coloquial, significa: realizar um trabalho ou uma tarefa sem problemas, sem precisar fazer nenhum esforço. Completamente o oposto das aventuras empreendidas pelo homem morcego, Batman.

349- “Ninguém fica para semente”, é outra expressão oral transmitida de geração em geração. É um ditado popular que significa ter consciência de que nascemos para morrer, mesmo que tenhamos uma vida longa. Em outras palavras, se todos morrerão um dia e “ninguém fica para semente”, então não devemos perder tempo com coisas fúteis, muito menos temer a morte, que é algo inevitável.

350- A expressão “Novinho em folha”, significa algo que nunca foi usado ou que está em bom estado, como se fosse novo. A expressão também pode ser usada para designar alguém que, depois de se machucar ou enfrentar uma doença, está curado e sente-se “novinho em folha”. A origem da expressão vem das folhas de papel branquinhas, limpinhas e sem amassados, prontas para a impressão de novos livros que estão prelo.

351- “O bom filho a casa torna”, é uma expressão relacionada com a parábola do “Filho Pródigo”, da Bíblia, no livro de “Lucas” (15: 11-32). A parábola conta a história de um filho que abandona a família para aproveitar a vida, mas, depois se arrepende e volta para casa. Para os cristãos, a história representa o arrependimento e a bondade de Deus, que perdoa e recebe de braços abertos os que sentem remorso dos seus pecados. Esta expressão se tornou um ditado popular que significa o ato de voltar a fazer algo que já era hábito ou visitar um lugar já conhecido.

352- A expressão “Ter o coração ao pé da boca”refere-se a uma pessoa muito franca, direta e emotiva, que expressa seus sentimentos abertamente, muitas vezes sem rodeios ou filtros. Pode indicar alguém que fala o que pensa ou age com sinceridade, mas, também pode sugerir impulsividade na fala, agindo com o coração em vez da razão.

353- “Pego com as calças nas mãos”, é outro ditado oriundo do inglês: “Caught with your pants down”, representa um homem casado, sendo pego em atitude libidinosa com uma mulher que não é a sua esposa. Esta expressão significa também, interromper alguém enquanto ele/ela está fazendo algo que não quer que ninguém veja, como estar no banheiro, por exemplo, com as calças abaixadas, usando o vaso sanitário e a pessoa precisa interromper, pois, foi chamada em outro lugar. Existe uma variações deste ditado popular, que seria: “Pego de calças curtas”, para alguém despreparado, inexperiente, iguais aos meninos que ainda usam calças curtas. Como  diria o “Robin” ao “Batman”: “Santa saia justa, Batman!” - Mas, nós não estávamos falando de calça?

354- A expressão “Pôr as cartas na mesa”, é algo muito comum entre ciganas e cartomantes, que dizem conseguir clarear as ideias das pessoas com suas cartas de “Tarô”.² No sentido do ditado popular, significa esclarecer as coisas, expor os próprios planos, revelar segredos, deixar claras as próprias intenções, falar abertamente sobre um assunto, ser honesto sobre os próprios pensamentos ou sentimentos. A origem da expressão está nos jogos de cartas, como o pôquer, por exemplo, onde colocar as cartas na mesa equivale a se revelar ou blefar. Mas, não tem nada a ver com a carta “Curinga”³ do baralho, que representa um palhaço, sendo também nas “HQs” e filmes de cinema e TV, um dos antagonistas do “Batman”.

355- A expressão “Primeira água”, não se refere à criação Divina dos oceanos e mares. Este ditado pode ter vários significados: refere-se às famílias do (século XVIII), onde o pai se banhava primeiro, em água limpa, seguido pela mãe e só depois os filhos se banhavam. No entanto, a expressão “primeira água” também pode se referir às primeiras chuvas que caem depois do verão, conhecidas no “Brasil” como “águas de março”. Em “Portugal”, “primeira água” se refere a alguém que se destaca dos demais.

356- A expressão “Queimar o filme”, é uma forma coloquial de dizer que os antigos filmes fotográficos foram danificados ou não estão em boas condições para serem revelados. Mas, popularmente falando, a expressão “queimar o filme”, significa fazer alguém passar por uma situação constrangedora ou denegrir a imagem de alguém.

357- Outro ditado popular que é repetido erroneamente é: “São ócios do ofício”, embora soe mais coerente ao significado, é uma variação incorreta. A expressão correta é: “São ossos do ofício”, que significa algo que é difícil ou desconfortável, mas, que não pode ser evitado de ser realizado, principalmente no ambiente de trabalho. Algo duro de lidar, assim como duros são os ossos do esqueleto humano.

358- “Sinto que estou falando com as paredes”, é um ditado popular muito recorrente, usado por pessoas que expressam desconforto por serem ignoradas e sentirem que suas palavras não são tão valiosas para outras pessoas, quanto são para si mesmas. Significa falar com alguém que não presta atenção ou pouco se importa com o que ouve.

359- “Vaso ruim não quebra”, é uma metáfora que pode ser interpretada de diversas maneiras. Literalmente, pode significar que a má qualidade de algo não faz com que uma coisa ruim desapareça prematuramente, ou que as pessoas más morram antes das boas. Pode significar que a longevidade das pessoas más é uma recompensa injusta, pois, se traduz em impunidade e perpetuação do mal. Também pode ser interpretada como um aumento na resiliência daqueles que vivenciam sofrimento ou exclusão. A expressão “vaso ruim não quebra”, pode ser usada para se referir a alguém cujo julgamento moral determina que uma pessoa é má, mas, que ela continua a cometer atos cada vez mais malignos, sem remorso e sem punição.

360- “Você oferece a mão e já querem o teu braço” ou Dar a mão e quererem o braço é uma expressão popular que define o abuso da generosidade, onde alguém ajuda (dando a mão) e a outra pessoa abusa pedindo muito mais (querendo o braço). É um alerta comum sobre ingratidão, limites nas relações e aproveitamento em favores, negociações ou amizades. Este ditado popular é frequentemente usado quando uma pessoa quer tirar vantagem extra da ajuda oferecida.
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[NOTAS FINAIS ®DOUG BLOG]
Nos ditados populares n° 346/348/353 e 354, aparece a arte ®DOUG BLOG baseada no “Batman” e na arte inicial animada da postagem aparecem: “Batman & Robin” (1939/1940), personagens dos cartunistas e roteiristas americanos: “Robert Kahn - Bob Kane” (24 de outubro de 1915 - 3 de novembro de 1998) e “Milton Finger - Bill Finger” (8 de fevereiro de 1914 - 18 de janeiro de 1974).

¹ “Antônio Francisco Lisboa”, mais conhecido como “Aleijadinho” (29 de agosto de 1738 – 8 de novembro de 1814), foi um importante escultor, entalhador e arquiteto do “Brasil colonial”, que trabalhou com diversos tipos de materiais para criar sua arte, incluindo a “esteatita” (também chamada de “pedra-sabão ou pedra de talco”).

² O “Tarô” é um oráculo representado por um baralho de 78 cartas (22 arcanos maiores e 56 arcanos menores), usado desde o (século XV), para adivinhação das videntes e ciganas.

³ “Curinga - Joker”, também conhecido como: “Coringa ou Melé”, é a carta do baralho, que em certos jogos, muda de valor conforme a combinação que o jogador possui em mãos e, que pode fazer o jogo ficar “sujo”. “Curinga” vem do termo da língua africana “Quimbundo: Kuringa”, que significa: “matar”. É também o “Joker”, um dos arqui-inimigos do “Batman”, criado por: “Sherrill David Robinson - Jerry Robinson” (1° de janeiro de 1922 - 7 de dezembro de 2011); “Bill Finger” e “Bob Kane”.




domingo, 1 de fevereiro de 2026

“Languidez”


Meus amigos e amigas do ®DOUG BLOG, vamos falar sobre “languidez”. Mas, o que é isto? Será um prato típico?  Comi um “languidez defumada” digna dos deuses. Ou será a tal “licença poética”? - nem uma coisa, nem outra... A “languidez” refere-se a um estado emocional onde não há propósito na vida, só existindo estagnação, uma sensação de vazio e falta de paixão por quase tudo, quando, mesmo diante do caos dos nossos dias corridos, sair de uma situação difícil se torna uma “zona de conforto” (ainda que desconfortável).

Mudar de vida sem ajuda é extremamente difícil porque, envolve lutar contra mecanismos naturais do cérebro, falta de perspectiva externa e esgotamento emocional. A mudança exige um gasto de energia mental que, quando se está sozinho, muitas vezes leva à exaustão ou à autossabotagem. Mesmo mudar situações ruins e familiares se torna complicado quando se está sozinho, porque, o cérebro prefere o familiar, o previsível, ao desconhecido, interpretando o novo como uma ameaça, o que gera ansiedade e medo da mudança.

Qualquer mudança gera medo. Sem apoio para validar que o medo é normal, a tendência é ficar paralisado mantendo o status quo, onde a inércia se torna um hábito. Em outras palavras, mudar um comportamento repetido por anos exige esforço consciente contínuo. Sem ajuda para reforçar o novo comportamento, o cérebro tende a retornar automaticamente aos velhos hábitos. As principais razões pelas quais o apoio é fundamental são a resistência biológica e psicológica, onde o cérebro prefere o conhecido, mesmo que a vida esteja “insossa”.

A falta de perspectiva refere-se ao “efeito de visão em túnel”, uma cegueira situacional que nos deixa imersos no problema, incapazes de enxergar as soluções óbvias. Uma pessoa de fora do problema oferece uma visão imparcial, novas ideias e perspectivas que você não consegue ver. Sem apoio, é fácil duvidar de si mesmo e da sua própria capacidade de mudar, levando à desesperança.

A falta de “accountability” (responsabilidade, prestação de contas e acompanhamento), ocorre quando não há ninguém para responsabilizá-lo por novas ações. Sem ninguém esperando que você alcance uma meta ou monitorando seu progresso, a procrastinação se torna mais fácil. A ajuda externa traz o comprometimento necessário e o apoio emocional para esta jornada de mudança que, mesmo sendo cansativa e dolorosa, tende a se tornar mais leve com este apoio. A falta de incentivo gera um sentimento de solidão e impotência, aumentando o estresse, a sobrecarga emocional e a exaustão.

A “síndrome de burnout”¹ faz você lutar contra a sua própria rotina. No entanto, sem ajuda, tudo gera exaustão mental e física. Quando estamos exaustos, perdemos a motivação para agir. E como encontrar o controle quando se está abatido, no limite? A dificuldade em pedir ajuda muitas vezes vem do medo de parecer fraco, o que aprisiona a pessoa nas “correntes da solidão”.

Como superar isso sem apoio imediato? Se você se sente sozinho nesta situação, o primeiro passo não é uma mudança drástica; busque apoio, porque, a mudança é um processo neurocientífico e não uma “fraqueza” sua. Dê pequenos passos, quebre rotinas, mire em pequenas tarefas para não sobrecarregar o cérebro. E buscar ajuda profissional (terapeutas, grupos de apoio), ou pessoas que já passaram pela mesma situação, ajudam a criar uma rede de segurança que pode estar faltando.

Ou seja, sair de uma situação ruim sozinho é muito difícil porque, você está lutando contra suas próprias defesas biológicas e psicológicas, sem um “coach” para ajudá-lo a enxergar o panorama geral e motivá-lo quando o cansaço se instala. Mas, o “jogo da vida” não termina antes da hora, mesmo que você desista de “jogar o jogo” e descubra que ninguém gosta de sofrer na vida, pois, gostamos de pertencer, mas, na “languidez” a sensação é de não pertencimento. 
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[NOTAS FINAIS ®DOUG BLOG]
¹ A “Síndrome de Burnout”, ou esgotamento profissional, é um distúrbio emocional crônico caracterizado por exaustão extrema, estresse e esgotamento físico, causado diretamente por situações de trabalho desgastantes, jornadas longas e pressão excessiva.


domingo, 25 de janeiro de 2026

“O Crush Esquecido”

Meus amigos e amigas do ®DOUG BLOG, a Internet está se tornando profissão de gente desocupada. Existem mais “influencers, nas Redes que professoras/professores em sala de aula. É uma luta injusta entre docentes, discentes e “indecentes”.

Com todo o respeito aos nossos influenciadores digitais, que se dedicam a nos mostrar diariamente suas vidas perfeitas, seus cafés da manhã gourmet, seus pratos de comida em restaurantes da moda, seus treinos em academias de luxo e seus passeios dirigindo carros importados (sendo que dirigir e usar o celular é uma infração de trânsito gravíssima)... Tudo isso justifica meu post irônico sobre estas pessoas que sofrem da síndrome do “milhão de seguidores e memória zero”.

A cena se repete: alguém está no shopping, no supermercado, na fila da pipoca do cinema, no restaurante ou até mesmo na rua e, encontra aquela velha conhecida, aquela pessoa que, por algum motivo, foi “seu crush”¹ e agora domina a Internet e tem mais seguidores que a população de Pouso Alegre, cidade do interior de Minas Gerais”, terra natal da minha querida amiga Larissa².

A expectativa é de um reencontro caloroso. Você já prepara um sorriso e diz: “Olá, quanto tempo, né?” — mas, antes que a palavra “tempo” saia da sua boca, ela te olha com uma expressão vazia, seus olhos (com lentes de contato azuladamente artificiais), percorrem seu rosto como se examinassem um par de “Scarpin” de R$ 3.000,00, na prateleira de uma sapataria de grife... E o pior, a busca pelo teu nome, que está guardado em alguma gaveta repleta de purpurina, dentro da memória (desmemoriada), dela. É inútil, seu “Crush” não lembra mesmo de ti. E, no fim das contas, ela desiste de tentar lembrar e meio sem graça diz: “Oi, querido, como vai?” — e depois segue em frente com a cara enfiada na tela luminosa de um “Smartphone” cheio de parangolés³.

Sabemos que viver e conviver com esta gente das mídias digitais (pessoas tão ocupadas), com milhares de comentários para (NÃO) responder, cenas para capturar e fotos e vídeos para editar e lives para se dedicar, torna uma amizade presencial quase impossível. O algoritmo é implacável e a popularidade é um trabalho em tempo integral. Talvez suas mentes estejam tão ocupadas processando a próxima “dancinha do TikTok”, que não haja espaço para trivialidades como o nome do antigo colega de escola, pois, “influenciadores digitais” precisam monetizar.

A solução? - da próxima vez que encontrar um destes mestres da Web, apresente-se novamente, mas, de forma criativa. Em vez de dizer: “Oi, eu sou o Fulano de Tal, lembra? Nós namoramos no ensino médio”; diga: “Oi, eu sou o Fulano de Tal, sou seu seguidor número: 1.234.56789”. Afinal, a memória desta gente parece ser formatada para números, não para nomes. E para fotos, é claro... Para muitas fotos inúteis que nunca serão impressas e vivem nas nuvens”, seja lá, onde está tal nuvem online esteja?!
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[NOTAS FINAIS ®DOUG BLOG]
A principal diferença de um LOGARITMO para um ALGORITMO, é que um logaritmo é uma operação matemática que representa um expoente, enquanto um algoritmo é um conjunto de instruções ou passos finitos para resolver um problema ou executar uma tarefa, seja computacional ou não. Em resumo: logaritmo é um cálculo, e algoritmo é uma receita ou processo passo a passo. 

¹ “Crush” é uma palavra de origem inglesa que, em contextos populares, significa ter paixão, atração ou interesse por alguém, geralmente intenso, mas, não necessariamente recíproco ou formalizado. Pode se referir a flertes, amor platônico ou até mesmo admiração por uma celebridade. Também pode ser aplicada a amizades como “friendship crush”. Porém, eu sou do tempo em que “Crush” era apenas um refrigerante ruim com sabor artificial de laranja.

² Segundo o Censo do “Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE”, a estimativa é que o número de habitantes de “Pouso Alegre - MG” em (2025), seja de cerca de 162.133 habitantes e a “Larissa Pereira dos Santos” (11 de Junho de 1990), do blog: Minha Literaturinha” está entre eles.

³ O termo “parangolé”, era uma antiga gíria carioca da década de (1950), referindo-se a conversas sem sentido, malandragens, trapaças ou espertezas. O pintor, escultor, artista visual e artista performático brasileiro “Hélio Oiticica” (6 de julho de 1937 - 22 de março de 1980), após visitar o “Morro da Mangueira, no Rio de Janeiro”, aprofundou-se nas experiências estéticas populares e adotou a palavra  “parangolé”, para nomear suas obras, que surgiram a partir de (1964), repletas de tiras e bugigangas dependuradas na composição de suas artes.

웃 PERSONAGENS NAS ARTES NÃO MENCIONADOS NO TEXTO:
* Vanessa Sigiane da Mata Ferreira (10 de fevereiro de 1976), cantora e compositora brasileira.


sábado, 17 de janeiro de 2026

“Ditados Populares — Parte 17”

Respeitável público do ®DOUG BLOG... “Ladies and gentlemen”...vamos para a primeira rodada de 20 ditados populares em (2026), elevando o total agora para 340 já apresentados aqui na minha página da blogosfera.

321- A expressão “A fé move montanhas”, significa que para quem tem fé genuína em Deus, nada é impossível. Na Bíblia, “Jesus”, prometeu que se tivermos fé do tamanho de um grão de mostarda, seremos capazes de mover montanhas. O grão de mostarda representa uma fé pequena, mas, que cresce até se tornar uma grande árvore. A expressão “mover montanhas” pode significar: investir no bem para vencer o mal; ter a firmeza dos mártires; denunciar injustiças; ser capaz de fazer muito com pouco; promover o diálogo e a reconciliação; acreditar no amor. A palavra “montanha” vem do latim “montanea” e é um lugar onde o sagrado e o profano se manifestam. Dizer que “a fé move montanhas”, significa que nada é impossível para aqueles cuja confiança está verdadeiramente estabelecida. Porém, esta expressão como mencionei é baseada naqueles que têm fé genuína em um Deus onipotente, onipresente e onisciente, sendo também o lar dos deuses mitológicos, pois, “a fé move montanhas”, nos remete ao mitológico “Monte Olimpo, o Panteão Grego”. No entanto, o “Partenon” e outras construções da “Acrópole Grega” existem e são um dos sítios arqueológicos mais visitados da “Grécia”. Em outras palavras, o “Monte Olimpo” se tornou realidade, tendo a montanha sido movida da mitologia.

322- Em tempos de escassez de dinheiro, toda vez que encontramos um produto “A preço de banana”, temos a certeza de que pagaremos pouco por aquele bem que tanto desejamos. Por isso a expressão: “a preço de banana”, é usada quando você quer dizer que algo está “barato”, que você poderá comprar sem gastar muito, pois, a banana é um fruto que cresce facilmente em vários tipos de solo e se adapta a vários climas, porque, é de origem tropical. E a banana cresce em pencas com grandes quantidades de frutos.

323- “Abraço de tamanduá”. A palavra tamanduá vem da língua Tupi (tá-monduá) e é o nome de um caçador de formigas. Um pequeno mamífero sem dentes, que não parece representar muito perigo para ninguém. Ledo engano. Não é à toa que o “abraço de tamanduá” passou a significar um abraço de um falso amigo. Quando o animal vê um inimigo, ele se levanta sobre as patas traseiras e abre as patas dianteiras para este suposto abraço. Assim, diante de uma recepção tão calorosa, conforme o inimigo se aproxima, o tamanduá se revela: ele abraça sua vítima e crava as garras em suas costas até a morte.

324- O termo “Amizade-colorida” e/ou “Amigos com benefícios”, se refere a pessoas que têm relacionamentos românticos e sexuais com outras pessoas, geralmente temporários, sem qualquer compromisso de estabilidade ou fidelidade. Estas pessoas podem até ser casadas. Em outras palavras, a “amizade-colorida”, diferentemente da amizade tradicional, é uma relação aberta que envolve contato físico, troca de carícias e sexo, havendo uma certa cumplicidade entre os envolvidos que gostam de ter e dar prazer, mas, que não gostam de viver juntos.

325- “Arranca-rabo”, é uma expressão que se refere a uma grande discussão ou briga envolvendo muitas pessoas. É uma situação conflituosa entre indivíduos; uma forte desavença. A origem da expressão remonta às batalhas de outrora, quando cortar o rabo do cavalo de um inimigo era visto como um feito digno dos maiores guerreiros. Esta estranha mania chegou a “Portugal e ao Brasil”. Aqui, os cangaceiros aderiram à prática e começaram a cortar o rabo do gado nas fazendas, como forma de humilhar os donos. Esta prática, no entanto, teve origem com os indígenas, que escalpelavam seus opositores, prisioneiros e mortos, nas batalhas.

326- “Casca de bala”, não chega a ser um ditado popular; está mais para uma gíria que se popularizou para definir um amigo próximo, um parceiro, alguém leal. Não tem nada a ver com a bala que sai da arma de fogo, sendo a casca, a cápsula, mas sim, está associada com a embalagem que envolve uma pequena goma doce e colorida de vários sabores artificiais, tão apreciado por todos.

327- A expressão “Dar o próprio sangue”é usada ambiente de trabalho, para representar o comprometimento, a dedicação e o esforço de alguém em prol de um objetivo comum. É um importante símbolo de pertencimento para o funcionário. A expressão também pode significar o generoso ato de doar sangue, um gesto de solidariedade e altruísmo que pode salvar vidas.

328- “Escracho”, é um substantivo masculino de dois gêneros: 1. Ato ou efeito de escrachar. - 2. Retrato tirado pela polícia. Informalmente, ser alguém “escrachado”, é ser uma pessoa depravada, muito desleixada, ou desarrumada. Ou seja, é uma palavra com vários significados dependendo de como é colocada na boca do povo.

329- “Espírito de porco”Esta expressão designa uma pessoa inconveniente, atrapalhada, chata, incômoda. No “Brasil Colônia”, os escravos faziam todo tipo de trabalho, mas, tinham verdadeiro pavor de abater porcos. A crença popular dizia que os espíritos suínos atormentavam seus algozes durante à noite, porque, os porcos, ao serem abatidos, emitem guinchos e grunhidos muito altos e, este som permanecia na mente dos escravos como se fossem lamúrios. 

330- O ditado popular: “Há males que vêm para o bem” ou “Tem males que vêm para o bem”, possui um significado direto e simples, relacionando-se a um evento aparentemente ruim que pode representar algo bom no futuro. É também uma expressão de otimismo e encorajamento, nos incentivando a encontrar o lado bom nos eventos negativos, mantendo sempre a esperança, pois, o que parece desfavorável hoje, pode abrir caminho para algo melhor, ou nos tornar mais fortes e resilientes no futuro. Quem repete esta expressão certamente encara a vida com otimismo. A ideia por trás deste ditado popular, é que toda situação, mesmo uma muito ruim, pode ter uma consequência positiva, como aquele profissional que foi demitido e, logo depois, encontrou o emprego dos sonhos; ou uma mulher que terminou com um namorado muito ciumento e finalmente encontrou “sua metade da maçã”... Embora, como eu sempre digo, em um relacionamento, o melhor é poder encontrar uma “maçã inteira”. 

331- Quem nunca ouviu dizer que o Fulano faleceu e “foi para a cucuia”. Esta expressão teve origem no “Rio de Janeiro”, no bairro da “Ilha do Governador - Cacuia”. Quando um morador da região morria, familiares e conhecidos diziam que a pessoa ia para o “Cemitério da Cacuia”. A tradição oral, sabe-se lá por quê? - transformou “Cacuia” em “cucuia”, passando o morto “ir para a cucuia”

332-  A expressão “Lusco-fusco”, representa o momento de transição entre o dia e a noite; o crepúsculo da tarde; o anoitecer; o crepúsculo da manhã e o alvorecer. Alguns estudiosos, “filólogos latinistas”, dizem que “lusco-fusco” vem do latim, mas, no latim “lux quæ fugit” significa: “luz que foge”, portanto, não se aplica ao nascer do Sol. De forma pejorativa, “lusco-fusco” refere-se a algo um tanto opaco e desbotado.

333- A expressão “Não cozinha na primeira água”, é um regionalismo do “Nordeste” brasileiro (usado principalmente no “Ceará”), que se refere a alguém que já não é mais jovem, semelhante a certos alimentos que precisam ficar de molho por algumas horas antes de serem cozidos, caso contrário, ficam duros.

334- A expressão “Não faz mal a uma mosca”, é uma expressão idiomática que descreve alguém extremamente pacífico, gentil e incapaz de ferir ou prejudicar qualquer pessoa ou criatura, mesmo a menor (como uma mosca); é sinônimo de uma pessoa bondosa, sem violência ou malícia, embora, por outro lado, as moscas frequentemente transmitam doenças e prejudiquem as pessoas.

335- O dito popular: “O circo só pega fogo quando damos confiança ao palhaço” ou “O circo só pega fogo quando a gente confia no palhaço”, significa que o espetáculo só acontece quando o público gosta do humor do palhaço, já que o palhaço é um artista essencial para o circo, pois, ele cria um ambiente de diversão e alegria, ajudando a entreter o público. Os palhaços usam técnicas de comédia, como mímica, improvisação, música e atuação junto a plateia. A figura do palhaço representa a mistura de ingenuidade e esperteza, que simboliza a incapacidade humana de acertar, mesmo quando tenta fazer o que considera ser o correto. O problema é que algumas pessoas sofrem de “Coulrofobia”¹ e têm pavor de palhaços.

336- A expressão: “O roto falando do esfarrapado” ou a similar: “O sujo falando do mal lavado”refere-se a alguém que, intencionalmente ou não, incita os outros a reagirem ignorando as regras (fazendo o mesmo) e depois os acusa de incivilidade. Esta expressão também pode ser usada para descrever alguém que acusa os outros de conduta maliciosa e “mente para si mesmo”, porque, é ele/ela, que está agindo de tal maneira.
°°°
* Texto do cartaz: SER POBRE DEVE SER UMA 💩

337-  “Pôr fogo na canjica”, é uma expressão informal do “Brasil” que significa: apressar as coisas, ficar animado, entusiasmado, agitado, causando grande confusão. Indica que algo deve ser feito rapidamente ou sem hesitação.

338- Embora os pernilongos adorem chupar o sangue humano e os morcegos o sangue dos animais, a expressão “Sangue do meu sangue”, nada tem a ver com isso, é um ditado simples, que refere-se a pessoas da mesma família. Pode estar também associada ao senso comum, onde o sangue representa à vida e à morte. 

339- “Sem eira, nem beira”, é uma expressão que se refere a uma pessoa sem dinheiro e sem juízo. Em outros tempos, “eira” era um espaço de terra batida ou cimento, perto das casas, onde frutas e cereais eram limpos e secos. Possuir uma “eira” significava ser proprietário e produtor, ou seja, possuir riquezas. “Beira” é o nome dado à parte saliente do telhado que sobressai da parede e serve de proteção contra a chuva. Quem tinha “eira e beira” eram pessoas com posses, dinheiro e cultura. Quem ficava “sem eira nem beira”, eram os menos abastados e cultos.

340- A expressão “Ser dono do seu próprio nariz”, significa tanto sentir-se auto-suficiente para tomar as suas decisões, como também pode significar não querer ouvir os conselhos dos outros. Ou seja, “ser dono do próprio nariz”, é uma “faca de dois gumes”, pois, a autossuficiência pode ser considerada por muitos como arrogância. “Ser dono do seu próprio nariz”, pode tornar alguém prisioneiro do que diz e pensa, e isso pode ser prejudicial porque, se fechar para as opiniões alheias, viver apenas de acordo com os próprios pensamentos, pode tornar a pessoa insuportável e antipática.
°°°
* 💬 Seja dono do próprio nariz!
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[NOTAS FINAIS ®DOUG BLOG]
No ditado popular n° 221, aparece a arte ®DOUG BLOG: “Jesus” [em hebraico: ישוע] (7–2 a.C. – 33 d.C.).

¹ Há pessoas que têm medo de tudo: baratas, dentistas, aviões, criminosos, elevadores e até de palhaços. Cada uma dessas fobias tem um nome específico: “Coulrofobia é um destes nomes, termo usado para descrever o medo de palhaços. Quem sofre de “Coulrofobia pode sentir grande desconforto ao ver um palhaço no palco. Aliás, algumas pessoas chegam a apresentar ansiedade, sudorese excessiva e até palpitações na presença de um palhaço.


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De acordo com o “Inca - Instituto Nacional de Câncer”, aproximadamente 443 pessoas morrem a cada dia no “Brasil” por causa do tabagismo. R$ 125.148 bilhões são os custos dos danos causados no sistema nacional de saúde e na economia, devido ao mau hábito de fumar. Mais de 160 mil mortes anuais poderiam ser evitadas por conta dos cigarros.

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웃 O simpático cãozinho azul “Bidu” [1959] foi o 1° personagem de “Mauricio de Sousa” (27 de outubro de 1935); “Cebolinha e Cascão” surgiram um ano após [1960]; “Mônica” e seu coelhinho de pelúcia (também azul), de nome: “Sansão”, tomaram conta da turminha em [1963]. A menina do vestido vermelho é inspirada em uma das 6 filhas do cartunista: “Mônica Spada e Sousa” (28 de setembro de 1960) e “Magali”, também inspirada em uma das filhas de “Mauricio”: “Magali Spada e Souza” (5 de outubro de 1961), foram criadas em [1964].

Douglas Melo é um premiado jornalista - profissional diplomado em Comunicação Social, poliglota, Mestre/PhD - Philosophiæ Doctor, escritor, cronista e aforista brasileiro. É o idealizador do blog: ® DOUG BLOG + FRASES ® DOUG BLOG, onde é conhecido como: Doug.