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Meus
amigos e amigas do ®DOUG BLOG, Lembro-me bem, como se fosse hoje, da
minha vó Lourdes dizendo, referindo-se à sua vizinha, Dona Mariquinha,
que ela era mais afortunada porque, nunca teve que velar e enterrar um
filho, indo contra a ordem natural das coisas na vida. Minha avó materna
teve 13 filhos e perdeu um ainda bebê, chamado Claré (uma variante
latina do nome da santa da Idade Média: Clara de Assis).
Minha saudosa e amada vó Lourdes era uma mulher à frente de seu tempo. Se ela estivesse viva em (2026), certamente adoraria esta tendência das bicicletas elétricas, pois, já idosa, adorava andar de bicicleta.
Minha avó era da época em que as mesinhas de cabeceira eram chamadas de “criados-mudos”, sem que os “chatinhos do politicamente corretos” aparecessem para dizer ser “bullying” chamar o móvel de mudo.
As casas das avós mais antigas tinham cheiro de café quentinho passado no coador de pano. O quarto da vovó tinha cheiro de “Leite de Rosas, de Leite de Colônia e Vick Vaporub”.
Nas casas das avós mais antigas, sempre havia um “Band-Aid” em um dedo cortado, “Cibalena” (analgésico), para prevenir resfriados, uma samambaia em um vaso de xaxim para afastar o mau-olhado, as tradicionais sandálias “Havaianas” azuis e brancas e um varal de cordas de “nylon” coloridas, com prendedores de roupa de madeira dependurados.
Nas casas das avós mais antigas, sempre tinha uma cadeira de balanço na sala e uma máquina de costura no quarto. E o neto que nunca brincou de ser motorista no pedal e na roda da máquina de costura da avó, não teve infância.
Travesseiros das casas das avós de outrora, eram recheados com paina, nada de penas, nada de espuma e o cobertor era xadrez e de lã, denominado: “cobertor paraíba”. E olha os “chatinhos do politicamente correto” aí outra vez, dizendo ser xenofobia a denominação “paraíba” do cobertor.
As matriarcas da época da vó Lourdes, adoravam dar “Biotônico Fontoura” aos netos para que crescêssemos fortes. E nós crescemos fortes, mais pelo amor das nossas avós, do que pela eficácia do “Biotônico”.
As casas das avós mais antigas eram lugares de bolo de fubá com chá de alfavaca... E mesmo que as crianças não gostem de chá, bebiam tudinho, pois, netos não gostam “nadinha” do sabor das “ervas”, mas, gostam “muitinho” das suas vovós.
Nas casas das avós mais antigas, sempre havia comida boa e quentinha a qualquer hora do dia; panelas de ferro, tachos de cobre e uma chaleira apitando com água fervendo, viviam em cima do fogão a lenha.
É, vó Lourdes, mesmo a senhora tendo cumprido a ordem natural das coisas, partindo antes de mim... Quantas saudades sinto de ti (mãe de minha mãe Neuza), duas forças da natureza, que tanto me ensinaram nesta vida.
Minha avó era da época em que as mesinhas de cabeceira eram chamadas de “criados-mudos”, sem que os “chatinhos do politicamente corretos” aparecessem para dizer ser “bullying” chamar o móvel de mudo.
As casas das avós mais antigas tinham cheiro de café quentinho passado no coador de pano. O quarto da vovó tinha cheiro de “Leite de Rosas, de Leite de Colônia e Vick Vaporub”.
Nas casas das avós mais antigas, sempre havia um “Band-Aid” em um dedo cortado, “Cibalena” (analgésico), para prevenir resfriados, uma samambaia em um vaso de xaxim para afastar o mau-olhado, as tradicionais sandálias “Havaianas” azuis e brancas e um varal de cordas de “nylon” coloridas, com prendedores de roupa de madeira dependurados.
Nas casas das avós mais antigas, sempre tinha uma cadeira de balanço na sala e uma máquina de costura no quarto. E o neto que nunca brincou de ser motorista no pedal e na roda da máquina de costura da avó, não teve infância.
Travesseiros das casas das avós de outrora, eram recheados com paina, nada de penas, nada de espuma e o cobertor era xadrez e de lã, denominado: “cobertor paraíba”. E olha os “chatinhos do politicamente correto” aí outra vez, dizendo ser xenofobia a denominação “paraíba” do cobertor.
As matriarcas da época da vó Lourdes, adoravam dar “Biotônico Fontoura” aos netos para que crescêssemos fortes. E nós crescemos fortes, mais pelo amor das nossas avós, do que pela eficácia do “Biotônico”.
As casas das avós mais antigas eram lugares de bolo de fubá com chá de alfavaca... E mesmo que as crianças não gostem de chá, bebiam tudinho, pois, netos não gostam “nadinha” do sabor das “ervas”, mas, gostam “muitinho” das suas vovós.
Nas casas das avós mais antigas, sempre havia comida boa e quentinha a qualquer hora do dia; panelas de ferro, tachos de cobre e uma chaleira apitando com água fervendo, viviam em cima do fogão a lenha.
É, vó Lourdes, mesmo a senhora tendo cumprido a ordem natural das coisas, partindo antes de mim... Quantas saudades sinto de ti (mãe de minha mãe Neuza), duas forças da natureza, que tanto me ensinaram nesta vida.
Feliz Dia das Mães!
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| 💬 Meu velho, hoje é Dia das Mães... E não Dia das Mãos! |
“Queen - Bohemian Rhapsody” (1975)
[Legendado]
°°°
♪ “Farrokh Bulsara”, mais conhecido pelo seu nome artístico: “Freddie Mercury” (5 de setembro de 1946 – 24 de novembro de 1991), foi um cantor, pianista e compositor britânico, nascido na “Tanzânia”, conhecido pelo seu trabalho com a banda de rock britânica “Queen”, da qual foi vocalista de (1970), até ao ano da sua morte (1991), devido a uma pneumonia decorrente da AIDS.
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What a beautiful and well-written post! My maternal grandmother is still alive; we had lunch together today. I appreciate how you speak fondly of your grandmother, with longing and respect.
ResponderExcluirThat Queen song is fantastic!
Happy Mother's Day to all mothers!
(ꈍᴗꈍ) Poetic and cinematic greetings.
💋Kisses💋 ©Theda Bara.
My friend Theodosia,
ExcluirI'm so happy you enjoyed this tribute to the matriarch of my family, my dear grandmother Lourdes, who so well represented the meaning of being a mother.
Love and respect for those who loved and raised us is reciprocating the happiness of their companionship.
As for the Queen song, it's a true pop music classic.
Kisses!!!
Querido Doug, ayyyy que bonito! adorei a ternura com que voce se lembra de nossas amadas, queridas e inesqueciveis avos. Elas sao memoria, ternura, lar e tudo mais; sao memoria.. elas sao tudo, na verdade!
ResponderExcluirMuitos beijos e abracos, amigo, e otima semana!
Hola Carolina,
ExcluirLa nostalgia es algo que nos cautiva y nos enseña, y nuestros recuerdos más profundos están ligados a nuestro padre, madre y abuelos; los demás miembros de nuestra familia son parientes, pero a menudo no son puntos de referencia.
Besos en la mejilla.
A minha avó Iria morreu quando eu já estava em Macau.
ResponderExcluirNunca percebi se ela teve mínima noção de para onde eu tinha vindo.
Abraço, boa semana
Caro Pedro,
ExcluirApesar da "colonização portuguesa, com certeza", "Macau" deveria ser, para a sua avó, igual a "Brobdingnag", a ilha da segunda aventura de "Gulliver".
Tenha uma boa semana!
Abraços!!!
Quando valorizamos aqueles que nos amam, temos certeza de que estamos no caminho certo na vida. 😼
ResponderExcluirAbraços 🐾 Garfield Tirinhas Oficial.
Meu amigo Garfield,
ExcluirSomos os frutos legítimos daquilo que plantamos, daquilo que damos e recebemos. A vida é feita de amor e boa reciprocidade.
Abraços!!!
Mi querido Doug,
ResponderExcluirGracias por este emotivo o homenaje a las abuelas.
Yo recuerdo a la única que conocí como una persona entrañable, súper cariñosa que disfrutaba rodeada de todos sus nietos.
Ahora yo soy la abuela, tengo la casa llena de juguetes, me quedo con mis nietos cuando están malitos y no pueden ir al cole y todos los fines de semana preparo la comida para toda la familia.
Es precioso criar nietos. Cuánto se disfruta!
Feliz semana y un abrazo.
Querida Carmen,
ExcluirSiempre honro a mis abuelas, tanto a mi abuela materna (a quien visitaba con más frecuencia) como a mi abuela paterna, Gabriela, quien también era maestra. Son casi personajes aquí en el ®DOUG BLOG. Te recomiendo esta publicación:
https://blog-dougblog.blogspot.com/2023/03/gabriela-a-menina-que-fazia-sombras-com-as-maos.html
Felicidades por la hermosa relación que tienes con tus nietos. Y estoy de acuerdo en que debe ser una inmensa alegría ayudar a criarlos, ya que fui un buen nieto y apoyo plenamente la importancia de tener abuelos amorosos en nuestras vidas.
Que tengas una excelente semana.
Un abrazo.
Douglas, thank you for sharing your touching memories of your grandmother, Lourdes. I've never known my grandmother and grandfather, my mother's parents. They died before I was born. I had a great-aunt, my mother's aunt, who loved me very much.
ResponderExcluirMy friend Irina,
ExcluirTalking about my grandmothers (especially my grandmother Lourdes) brings back happy memories, mainly from my childhood.
Your great-aunt must have been a magnificent woman.
Have an excellent week.
Hugs!!!
Un bello homenaje a la matriarca de tu familia, donde aparecen nuestros queridos abuelos.
ResponderExcluirTengo bellos recuerdos de ellos.
Precioso texto en honor a ellos.
Feliz semana.
Un abrazo
Querida amiga Carmen,
ExcluirMi abuela Lourdes era una mujer de costumbres sencillas, pero con una inteligencia y bondad contagiosas.
Hoy, en un mundo digitalizado, muchas personas mayores saben muchísimas cosas. Pero mi abuela, para su época (que solo escuchaba la radio), comprendía las cosas del mundo con sabiduría, sin dejarse influenciar por el sensacionalismo. Solía decir: "Si cuestionamos, aprendemos". Y tenía razón.
Me alegra que te haya gustado el texto.
Que tengas una excelente semana.
Un abrazo.
Hola, Douglas.
ResponderExcluirTu abuela Lourdes está feliz mirándote desde el más allá. No tengas duda. Queridos abuelos...
Un abrazo y feliz día, amigo.
Hola, amiga Marisa,
ExcluirMi abuela Lourdes me cuida desde el cielo. Ya no está físicamente conmigo, pero mira, sigue viva y compartiendo su sabiduría aquí en el ®DOUG BLOG.
Que tengas una excelente semana.
Un abrazo.
Douglas, teu texto evoca outros tempos, tempos mais simples, menos conturbados - pelo menos para nós, netos que vivemos bem tempo perto das vós.
ResponderExcluirAdorei.
ExcluirOlá Eduardo,
Temos que aprender a conviver com a ordem natural das coisas, pois, é como diz na canção: "Como Uma Onda - Zen-Surfismo":
"Nada do que foi será; De novo do jeito que já foi um dia; Tudo passa, tudo sempre passará ..."
Nós, netos que passamos muito tempo perto do amor, carinho e respeito das nossas avós, crescemos caindo e nos arranhando, mas, nossas "cascas de ferida" cicatrizaram e nos moldaram em pessoas muito diferentes... E por que não dizer melhores do que as das gerações atuais, que nascem cheias de "vitimização" e desconhecem a força da nossa geração que "ardia" mas, vencia à base de "Merthiolate Vermelho".
Tenha uma boa semana!
Abraços!!!
Douglas, lembrei que há pouco também tinha escrito uma crônica meio poesia meio prosa sobre meus tempos na casa da minha vó. se quiser conferir.
Excluirhttps://ascronicasdoedu.blogspot.com/2026/04/casa-de-vo.html
Meu amigo Eduardo,
ExcluirLi e gostei da sua mistura de poesia e crônica, que também evoca a nostalgia das festas juninas e tantas outras coisas boas da época da "Casa de Vó".
Eu costumava caminhar da "Olegário Maciel" até o "Posto 4, na Barra da Tijuca", de madrugada (e até mesmo caminhar pelas ruas do "Rio de Janeiro", em segurança), se tornou um evento da época da vovó.
A verdade é que a vida é cíclica e acho que nossa geração foi mais feliz apesar do período final da ditadura militar; de um país 100% dependente do FMI (Fundo Monetário Internacional); e ainda vivíamos em um mundo analógico, onde o nosso "FIFA Soccer" era o jogo de futebol de botão e o pebolim/totó.
Um abraço!!!
Meu sapiente amigo Douglas, sou avô e a única referência viva para minhas netas, que infelizmente tiveram pouco contato com minha querida Christina, a avó delas, quando ainda eram pequenas. Você homenageia constantemente suas avós em seu blogue, e acho isso magnífico em você, sua generosidade e coração de ouro. Vivemos tempos difíceis de impaciência em casa, de isolamento dos idosos, de falta de educação por parte dos jovens, que trocaram as telas da TV pelos celulares, e continuam ignorando as hierarquias familiares necessárias para uma boa formação. Parabéns, meu amigo, por mais um texto comovente, sem perder seu bom humor, como no caso do desenho do casal de idosos. Um abraço fraterno.
ResponderExcluirMeu nobre amigo e professor Ruy Barbosa,
ExcluirAs hierarquias familiares são importantes e desempenham um papel significativo no funcionamento, na estabilidade e na segurança dos lares. Uma hierarquia saudável estabelece que os pais ou responsáveis ocupam uma posição de autoridade, sendo "superiores" aos filhos, o que proporciona orientação, limites e clareza de papéis. Esta geração "Z" das "Redes Antissociais", é resultado da falta de tempo que os pais têm para passar com os filhos, por razões óbvias: hoje em dia, não só os homens trabalham fora de casa, como as mães também saem para trabalhar e, assim, como o senhor bem apontou, as crianças que antes tinham a televisão como babá, agora estão "robotizadas" diante das telas dos cada vez mais modernos "Smartphones".
E se perguntarmos a uma criança quem é a vovó, muitas vezes ouviremos: "É aquela velhinha com o cheiro estranho". Triste realidade, meu amigo.
Obrigado por mais um gentil comentário.
Um abraço fraterno!!!
Querido amigo Douglas, que lindo post, amei ler e voltei ao passado relembrando minha avó paterna, pois a minha avó materna nem cheguei a conhecer por ter falecido quando minha mãe ainda era adolescente!
ResponderExcluirQue gostoso poder relembrar de coisas que nos faz retornar ao passado que com certeza nos fez ser o que somos, amei!
Aqui deixo meu abraço apertados e agradecendo sua mensagem lá no meu blog!
Amo ter ler, tens uma alma linda, meu "filho mitológico" querido!
Abraços sempre apertados!
Amada amiga Ivone,
ExcluirFico triste ao ver esta geração vivendo (ou sobrevivendo), de "likes" e alheia às histórias de vida de seus avós.
Em outros tempos, era comum perguntar onde um casal se conheceu; hoje em dia, isso raramente acontece.
A vida não é contada apenas com palavras; o que guardamos na memória também é uma história vivida, "tatuada" em nós.
Fico feliz que você esteja de volta à blogosfera. Quando perdi minha esposa, também me vi em um "hiato", no qual, aos poucos vamos saindo... Nos reconstruindo e retomamos aos poucos nossas atividades.
Você também tem uma alma linda, "minha mãe mitológica".
Um grande abraço sempre bem apertado!!!
😍
ExcluirTu abuela Lourdes tuvo que ser una mujer excepcional. Ojalá pudiera abrazar a mí abuela un segundo, pero la vida es lo que tiene que estamos de paso... Por suerte nos queda su recuerdo, sus momentos que nos dejaron grandes huellas. Me alegra mucho que nos hayas permitido conocer un poco de la vida de tu abuela. Un fuerte abrazo
ResponderExcluirHola Nuria,
ExcluirMi abuela Lourdes era una mujer sensacional y cariñosa. Le encantaba cocinar, cantaba maravillosamente y disfrutaba mucho montando en bicicleta. Sin duda, se adelantó a su tiempo.
De nuestros abuelos aprendemos valores que, lamentablemente, hoy se ignoran.
Un fuerte abrazo.
Si que es algo natural que las abuelas mueran antes que hijos y nietos pero el perder un hijo siendo bebe en tiempos de tu abuela por desgracia era algo normal. Yo conocí a una señora que perdió una hija aun joven, un hijo ya mayor y un nieto de unos 50 años máximo de cáncer, antes de dejarnos ella a los casi 105 años.
ResponderExcluirEl articulo un buen homenajes a las madres.
Saludos.
Es cierto, amigo Tomás.
ExcluirNuestras abuelas solían tener muchos hijos, y no todos sobrevivieron; muchos nacieron en casa con la ayuda de parteras. Aun así, sea cual sea la época, para un adulto, especialmente para una madre, enterrar a un hijo es muy doloroso.
Me alegra que te haya gustado el texto.
Un abrazo.
Qué bonito es recordar a las abuelas, forman una parte muy importante de nuestras vidas.
ResponderExcluirQuerida Ana,
ExcluirEres una experta en la cocina, y mi abuela Lourdes me dejó uno de sus mayores tesoros: su libro de recetas, que incluye un pan dulce llamado "Rebanada de la Reina", que mi madre preparaba exactamente igual. Siempre que lo hago (porque también me encanta cocinar y, sobre todo, me encanta comer 🤣😅🤣), me sale delicioso, pero cada bocado me trae recuerdos y me hace extrañar muchísimo a mi madre y a mi abuela.
Un abrazo.
Puxa amigo, você despertou as memórias mais lindas da minha Vozinha Zilda ( O meu Blog Vivendo Bem Feliz foi inspirado na minha Vó Zilda - depois que ela partiu, há dois anos, o Blog quase acabou, pois esgotou-se a minha fonte de inspiração. Panelas de ferro, cafezinho passado no coador, bolo de fubá, pão caseiro, bolinhos de chuva...ai puxa vida, dá até vontade de chorar!! :((((
ResponderExcluirVovó Zilda também teve 13 filhos e por coincidência com a história da sua vozinha Lourdes , ela também perdeu um bebê pequenino.
Isso tudo é mesmo muito triste amigo.
Mas aqui as melhores lembranças da vida foram reacesas com sucesso, principalmente o fato que Vovó adorava vestidos bem floridos e relógios que brilhavam. Ahh puxa, acho que vou chorar...
Até mais amigo...
Olá, amiga Adriana,
ExcluirFico feliz em trazer de volta boas lembranças da tua avó Zilda. Aliás, este é um nome poderoso, que significa: "bela, adorável e guerreira".
Lembrar das pessoas importantes que marcaram nossas vidas é muito bom... E muitas destas lembranças vêm de memórias afetivas gastronômicas.
Se eu te fiz chorar... É isso que a saudade faz: verte lágrimas da ausência... E só quem aprendeu a chorar consegue sorrir.
Minha avó Lourdes sempre foi uma mulher positiva; a única vez que a senti "se apagar" por um instante, foi quando ela disse a frase sobre a perda da filha.
Não sei se aconteceu na tua família o mesmo? - mas, eu tenho um tio que é praticamente da minha idade, porque, tendo 13 filhos, os mais novos (temporãos), acabaram sendo contemporâneos dos filhos (dos filhos/filhas), mais velhos da minha avó.
Envio um beijo carinhoso para ti, que, igual a minha vó Lourdes, adora pedalar.
Oi, querido amigo Douglas, que texto lindo,
ResponderExcluirfui lendo, descendo e sorrindo pelas frases tão bonitas,
tanto carinho e lembranças maravilhosas que ficaram em você.
Coisas que você lembra também aconteceram comigo e com
muitas filhas, netas...são coisas que valem a pena e nunca esquecemos. Como esquecer de tanto amor recebido, tantos cuidados?
É, Douglas, o tempo vai passando e só nos resta as saudades que aumentam a cada ano!
Já conheço a tua avozinha Lourdes, sim, falas bastante dela em teu blog! E as lembranças que li agora me fizeram rir, bem verdadeiras, outra época.
Aplaudindo você daqui, Douglas, um texto amoroso, cheio de sensibilidade e muito simpático de ler! 😅🙋♀️
Um beijo, uma feliz semana, com muita paz.
Querida amiga Taís,
ExcluirMinha saudosa e amada vó Lourdes é praticamente uma personagem do ®DOUG BLOG.
As pessoas de antigamente escreviam as melhores histórias... E aqueles que não eram escritores profissionais precisam de nós, jornalistas e cronistas, para contar estas narrativas orais de outrora.
Já perdi as três mulheres que amei na vida: avó, mãe e esposa. Estou fora da ordem natural das coisas, porque, perdi minha avó, depois fiquei viúvo e, em seguida, perdi minha mãe. Minha sorte foi poder conviver com meu pai até ele completar 92 anos, saudável e lúcido, apoiando-nos mutuamente em nossas perdas.
Saudade (nostalgia), é algo muito nosso; poucas línguas compreendem a representatividade desta palavra. Conheço apenas três expressões semelhantes: "Hiraeth" (galês), "Sehnsucht" (alemão) e "Dor" (romeno). Esta última palavra relaciona-se com a saudade sendo um sentimento de DOR.
Obrigado pela tua motivação na leitura atenta e pelos aplausos.
Tenha uma ótima semana!
Beijos!!!
Querido amigo, nossos avós são, sem dúvida nenhuma, pessoas marcante em nossas vidas.
ResponderExcluirNossos amados mestres, cheio dem experiências e histórias.
Lindo texto!
Grande abraço.
Minha querida amiga Cléia,
ExcluirAqueles que nos criaram, que nos educaram, que nos moldaram e nos transmitiram bons valores, merecem nosso eterno respeito.
Abraços!!!