Dizem que: “Quem tem, tem medo”. E na campanha do exame de próstata, conhecido como “Novembro Azul”, qual nos remete aos médicos cubanos (resquício dos governos do “PT”), traz à tona o lema de “Ernesto Che Guevara” (14 de junho de 1928 – 9 de outubro de 1967), que foi uma das figuras revolucionárias de Cuba (mesmo não sendo cubano):
“Hay que endurecerse, pero sin perder la ternura jamás!” - “Há que endurecer-se, mas sem jamais perder a ternura!”
O problema nem é fazer o exame, mas, sim, levar a “fatídica dedada”, pois, existem “dedos e dedos”.
Brincadeiras à parte, você pode até sair por aí apontando o dedo para alguém (igual aos pilotos camicazes suicidas), mas, pode ser um perigo, pois, você logo entenderá que na sua direção, existem quatro outros dedos se voltando contra si mesmo.
Existem os dedos que juntos e espalmados na mão das mulheres, são providenciais para que elas deem um belo tapa na cara de homens inconvenientes (que saem meio tortos), bem ao estilo da canção: ♫Um tapinha não dói♫ - Não dói? Então, experimente levar um tapa na cara de uma mulher revoltada!
Tem o dedo do “joinha” (que é o dedão para cima), que na Web se transformou no famoso “Like”; tem o dedo do meio em riste, o famoso “Fucking”; tem os dedos mindinho e dedão, que abertos na mão, formam o sinal que os surfistas adoram: “Hang Loose”; tem o dedo indicador na boca que pede silêncio: “PSIU!”; tem o dedo indicador balançando, que significa “NÃO!”; tem os dedos todos juntos, que balançando (a mão de um lado para o outro), dão “TCHAU!”; tem os dedos indicador e dedão unidos, com os outros três dedos para cima, formando “OK!”; tem o dedo passado na língua, para depois folhear uma página de livro, ou para contar dinheiro (mas, acho isso desnecessário e um tanto quanto nojento).
Existem dedos de todos os tipos e gostos: “dedo duro” (delator); “dedo de Deus” (pico brasileiro); os dedos infantis: Polegar: “mata-piolhos”; Indicador: “fura bolo”; Médio: “pai de todos”; Anelar: “seu vizinho” e Mínimo: “mindinho”.
Os dedos deveriam servir mais para manusear os dicionários e livros, que para segurar os celulares e abrir caixas e frascos de remédios.
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웃 PERSONAGENS NAS ARTES NÃO MENCIONADOS NO TEXTO:
* “Garfield e Odie” (1978), criações do cartunista americano: “Jim Davis” (28 de julho de 1945).