![]() |
| 🥰 Meu humor variando durante um dia. 😠 |
Meus amigos e amigas do ®DOUG BLOG, se pararmos para observar uma pracinha hoje em dia, notaremos que a infância sofreu uma mutação genética ou, no mínimo, uma enorme ruptura no espaço-tempo, pois, vemos cachorros nas praças, correndo, saltitando, fazendo suas necessidades fisiológicas, mas, onde foram parar as nossas crianças? As crianças de ontem (da minha geração), cresceram, mas, e as crianças da “Geração Z”, onde estão?
Existem crianças por aí tão ranzinzas, incrivelmente mal-humoradas, que se você olhar a certidão de nascimento delas, verá que diz: “10 anos”, mas, elas vivem em anos caninos, porque, o primeiro ano de vida de um cachorro equivale a cerca de 12 a 15 anos humanos, variando de acordo com a raça e do porte do animal.
Estas criaturinhas com “idade de cachorro” são como idosos que aposentaram o bom humor e não têm absolutamente nenhuma paciência para o Mundo sem telas. Você oferece um sorvete para a criança e ela reclama que está muito gelado; você sugere um passeio e a “criaturinha de Deus” solta um suspiro dramático, igual a um adulto indo visitar a sogra; você a convida para ir ao cinema e ela diz que prefere assistir os filmes por streaming... no celular.
E o clássico “vamos brincar lá fora?” – esqueça! As crianças de hoje não brincam mais juntas e, brincar na rua atualmente não é mesmo muito recomendável. Então, as crianças acabam interagindo dentro de seus quartos (solitárias e desprotegidas), através de Smartphones, laptops, tablets, etc... e é aí que muitas vezes mora o perigo, porque, como elas podem saber se realmente existe outra criança do outro lado da tela? – pois, mesmo em videochamadas, os deepfakes usam inteligência artificial para criar qualquer imagem que desejarem, substituindo rostos, imitando vozes e simulando ações com alta precisão.
O conceito de encontrar os amigos mudou drasticamente: nos anos (1980/1990), cinco crianças ralavam os joelhos no asfalto, jogando futebol com uma bola dente de leite (na famosa “pelada”). Mas, hoje isso não existe mais. Atualmente, cinco crianças sentam no mesmo sofá, em absoluto silêncio e, ficam digitando freneticamente umas com as outras, no WhatsApp, entre abreviações de palavras e emojis.
As crianças de hoje em dia não correm mais de carrinho de rolimã; elas assistem a um vídeo no YouTube, de uns 20 anos atrás e depois comentam o vídeo, sem entender o que há de divertido em deslizar pelas ruas em uma prancha de madeira com rodas metálicas?
As crianças de hoje não têm medo do bicho-papão. Elas têm pavor da possibilidade da Internet perder o sinal por cinco minutos, transformando o ambiente em um “apocalipse zumbi”, porque, nossas crianças se esqueceram de como respirar sem Wi-Fi.
No fundo, nós, adultos, entendemos: o Mundo mudou. Mas, aquela pontada de nostalgia da minha geração, com os pés descalços, os dedos cheios de bolhas e os joelhos ralados de tanto chutar uma bola no asfalto, era muito mais saudável do que a desta geração tecnológica de meninos e meninas prisioneiros de telas, que estão prestes a reclamar com o síndico do prédio (via WhatsApp), pelo barulho excessivo que os adultos estão fazendo, perturbando a neurastenia do universo digital, seja lá onde este “universo” esteja?
Estas criaturinhas com “idade de cachorro” são como idosos que aposentaram o bom humor e não têm absolutamente nenhuma paciência para o Mundo sem telas. Você oferece um sorvete para a criança e ela reclama que está muito gelado; você sugere um passeio e a “criaturinha de Deus” solta um suspiro dramático, igual a um adulto indo visitar a sogra; você a convida para ir ao cinema e ela diz que prefere assistir os filmes por streaming... no celular.
E o clássico “vamos brincar lá fora?” – esqueça! As crianças de hoje não brincam mais juntas e, brincar na rua atualmente não é mesmo muito recomendável. Então, as crianças acabam interagindo dentro de seus quartos (solitárias e desprotegidas), através de Smartphones, laptops, tablets, etc... e é aí que muitas vezes mora o perigo, porque, como elas podem saber se realmente existe outra criança do outro lado da tela? – pois, mesmo em videochamadas, os deepfakes usam inteligência artificial para criar qualquer imagem que desejarem, substituindo rostos, imitando vozes e simulando ações com alta precisão.
O conceito de encontrar os amigos mudou drasticamente: nos anos (1980/1990), cinco crianças ralavam os joelhos no asfalto, jogando futebol com uma bola dente de leite (na famosa “pelada”). Mas, hoje isso não existe mais. Atualmente, cinco crianças sentam no mesmo sofá, em absoluto silêncio e, ficam digitando freneticamente umas com as outras, no WhatsApp, entre abreviações de palavras e emojis.
As crianças de hoje em dia não correm mais de carrinho de rolimã; elas assistem a um vídeo no YouTube, de uns 20 anos atrás e depois comentam o vídeo, sem entender o que há de divertido em deslizar pelas ruas em uma prancha de madeira com rodas metálicas?
As crianças de hoje não têm medo do bicho-papão. Elas têm pavor da possibilidade da Internet perder o sinal por cinco minutos, transformando o ambiente em um “apocalipse zumbi”, porque, nossas crianças se esqueceram de como respirar sem Wi-Fi.
No fundo, nós, adultos, entendemos: o Mundo mudou. Mas, aquela pontada de nostalgia da minha geração, com os pés descalços, os dedos cheios de bolhas e os joelhos ralados de tanto chutar uma bola no asfalto, era muito mais saudável do que a desta geração tecnológica de meninos e meninas prisioneiros de telas, que estão prestes a reclamar com o síndico do prédio (via WhatsApp), pelo barulho excessivo que os adultos estão fazendo, perturbando a neurastenia do universo digital, seja lá onde este “universo” esteja?
%20%C2%AEDOUG%20BLOG%20(Crian%C3%A7a%20Irritada).gif)
%20%C2%AEDOUG%20BLOG%20(Crian%C3%A7a%20Irritada).png)
%20%C2%AEDOUG%20BLOG%20(Cachorrinho).gif)
😼 Eu tenho idade de gato mesmo, mas como temos sete vidas, devemos viver mais do que o bíblico Matusalém. rsrsrsrs
ResponderExcluirAbraços 🐾 Garfield Tirinhas Oficial.
Meu amigo Garfield,
ExcluirVocê tem toda a razão. O primeiro ano de vida de um gato, assim como o de um cachorro, equivale a cerca de 15 anos humanos. Aos 2 anos, vocês chegam ao equivalente a 24 anos humanos. Daí em diante, a proporção se torna mais linear, adicionando cerca de 4 anos humanos para cada ano de vida dos felinos. Multipliquemos isso por 7 e teremos um Matusalém laranja. 😂😂😂
Abraços!!!
Cada vez mais tudo está a mudar... o homem, a comida, como é que isso não se iria notar nos animais.
ResponderExcluirDesejo um bom domingo, um abraço!
Minha amiga Andreja.
ExcluirVocê tem toda a razão, tudo está mudando rapidamente e as crianças se adaptam a essas mudanças melhor do que nós, adultos. Veremos o resultado dessa mudança em breve, quando essas crianças crescerem e estiverem buscando seus objetivos de vida.
Abraços e tenha uma ótima semana!!!
Entonces yo tengo también a Matusalén en casa, ja ja ja
ResponderExcluirUn abrazo, Douglas.
Buen domingo.
Querida Marisa,
ExcluirSomos jóvenes adultos que vivimos con unos pequeños Matusalén. 😂😄😂
Que tengas una buena semana.
Un abrazo.
oui pauvres gosses plus la même génération
ResponderExcluirpasse un bon dimanche je te fais un gros bisous 💋
Ma chère Annie,
ExcluirNous, les adultes, assistons impuissants à l'évitement d'étapes importantes de la vie de nos enfants.
Gros bisous!!!
Mi querido amigo,
ResponderExcluirNos das una magnífica descripción de lo que es un niño actual
Son la antítesis de los que fuimos niños en los años 60/70.Los profesores y familias de ahora lo tienen crudo si quieren revertir la situacion.
Feliz semana.
Un abrazo, Doug.
Querida amiga Carmen,
ExcluirRevertir esta situación de exposición prolongada a dispositivos electrónicos, que afecta gravemente el bienestar emocional de los niños y provoca trastornos como depresión, ansiedad e incluso intolerancia a la interacción social, convierte la labor de los docentes (especialmente la tuya, que educas a niños pequeños) en una tarea titánica. Un estudio reciente de la ONU revela que el 78% de los niños de 0 a 3 años están expuestos a pantallas a diario. Esta cifra es aún mayor entre los niños de 4 a 6 años.
Que tengas una excelente semana.
Un abrazo.
O Dylan Moran dizia que estavam a tomar um Martini para curar uma enxaqueca.
ResponderExcluirQue pressa de crescer!!!
Abraço
Caro Pedro,
ExcluirO ator Dylan William Moran tem ótimas "falas sarcásticas", ele é espirituoso e inteligente.
Abraços e tenha uma ótima semana!!!
Creo que te tengo que dar la razón en lo que nos narras en este interesante articulo. Añoro aquellos juegos en la calle, bien sea futbol u otros, cuando éramos niños. Y ya en la adolescencia o juventud nos juntábamos de ambos sexos comenzándonos ha hacer requiebros en palabra y no como ahora por WhatsApp.
ResponderExcluirSaludos.
Nuestra generación, amigo Tomás, era menos ansiosa. Si quedábamos en una reunión y alguien llegaba tarde, lo único que podíamos hacer era esperar. Hoy en día, con la comunicación masiva por celular, si recibes un mensaje en WhatsApp, lo lees y no respondes, el remitente inmediatamente te manda otro mensaje diciendo (no sé para qué tienes un celular si no respondes a los mensajes), y esto sucede con frecuencia con niños y adolescentes, los principales prisioneros de las pantallas.
ExcluirInternet es un buen mecanismo, estamos aquí interactuando a través de él, pero todo tiene un límite.
Un abrazo.
Douglas, los niños están absorbidos por el móvil y las tablets...La tecnología domina a un mundo, donde los valores humanos se están perdiendo muy deprisa...Falta la alegría de compartir juegos, la paciencia y la constancia en el cole, falta el respeto y la empatía y faltan sueños e ideales, porque el materialismo prima...Y para colmo las mascotas son los nuevos hijos y nietos, porque las parejas tienen menos hijos.
ResponderExcluirMi abrazo entrañable y feliz domingo, Douglas.
Mi amiga Mª Jesús,
Excluir¡Distete en el clavo! La educación empieza en casa, ¿y qué ejemplo les dan hoy los padres a sus hijos si viven con el móvil en la mano y, cuando quieren un poco de paz y tranquilidad, se lo dan para que se entretengan con las pantallas? Pero esta actitud de los padres no crea hábitos, sino adicciones. Esta nueva generación se salta etapas importantes del juego y la interacción social que, lamentablemente, nunca volverán. La inteligencia artificial pronto será considerada un vicio dañino y no la maravilla que muchos dicen que es.
En cuanto a los animales, viven expuestos involuntariamente a las redes sociales por sus dueños, al igual que los niños.
Que tengas una feliz semana.
Un beso cariñoso.
Todo ha sufrido un gran cambio. Las pantallas y las redes sociales son el entretenimiento actual.
ResponderExcluirLos juegos antiguos de la niñez, quedan como algo bonito para recordar.
Un abrazo.
Lamentablemente, todo ha cambiado drásticamente para peor, querida amiga Amalia.
ExcluirY estamos presenciando cómo las innovaciones tecnológicas generan consumismo a nivel mundial. Fíjate en cómo los celulares más modernos se rompen con más facilidad que los primeros modelos y se vuelven obsoletos rápidamente, obligándonos a comprar un nuevo dispositivo.
Las pantallas y las redes sociales dominan la mente de las nuevas generaciones como una forma terrible de entretenimiento. En nuestra época, teníamos el cine como fuente de diversión, pero para ir al cine, primero necesitábamos ahorrar dinero para comprar boletos, palomitas y Coca-Cola para aprovechar al máximo el día. Y los juegos de la infancia, como bien dices, ahora son solo un dulce recuerdo.
Un abrazo.
Es verdad, nada es como antes, supongo que la vida evoluciona para bien o para mal, pero ocurre y es un poco triste pues nada es como antes.
ResponderExcluirBlog de Bea
Hola Beatriz,
ExcluirBienvenida al ®DOUG BLOG.
El tiempo no se detiene y la tecnología lo absorbe todo y a todos, haciendo que las nuevas generaciones dependan cada vez más de las pantallas.
Besos.
I completely agree with this excellent text, my dear friend Doug. I was a girl who lived with siblings, relatives, and friends of the same generation. Today, being the mother of a young boy, I worry about what his future will be like in this world dependent on screens and artificiality.
ResponderExcluirThe first image of the puppy changing moods is so cute!
(ꈍᴗꈍ) Poetic and cinematic greetings.
💋Kisses💋 ©Theda Bara.
My dear friend Theodosia,
ExcluirBeing a mother today is undoubtedly a cause for even greater concern than it was in our mothers' time, who didn't have to deal with the strain the web causes on human relationships.
Thank you for your kind words.
Kisses!!!
Meu sapiente amigo Douglas, sua preocupação é totalmente legítima. Acredito que a exposição excessiva a celulares afeta o desenvolvimento neurológico de adultos; imagine o que acontece com as crianças? A linguagem e a interação social são fundamentais na primeira infância, e esses dispositivos as inibem. O uso prolongado desses aparelhos eletrônicos está ligado à irritabilidade, distúrbios do sono, problemas de visão e dificuldade de concentração, segundo uma matéria recente que vi na Discovery Channel. Nunca mais voltaremos aos nossos dias de infância, com jogos de tabuleiro e brincadeiras na rua. O que precisamos entender é como lidar com toda essa tecnologia que se torna obsoleta da noite para o dia. Mais um excelente texto e ilustração. Um abraço fraterno.
ResponderExcluirMeu bom amigo e professor Ruy Barbosa,
ExcluirO rumo que a tecnologia está tomando causa mais desconforto do que soluções. As pessoas conhecem todos os riscos do uso excessivo da Internet, conhecem os perigos de expor suas vidas pessoais e profissionais na Web, mas, o acesso à Internet se tornou um vício pior do que LCD, cocaína, etc..., pois, quem consegue se manter sóbrio e usa à Internet com responsabilidade, jamais deixará seus filhos expostos a telas por horas a fio. Que pai em sã consciência vai à praia, por exemplo, e deixa seu filho livre para fazer o que quiser? Nenhum pai faz isso, porque, a criança poderá se perder, se afogar e tantas outras coisas podem acontecer. Então, por que acreditar que deixar uma criança exposta à internet é seguro?
Agradeço mais este teu comentário, que sempre agrega valor aos meus textos e às minhas artes.
Um abraço fraterno!!!
Olá Douglas
ResponderExcluirtudo verdade o que você disse
Eu acho uma judiacao uma criança perder a infância saudável
Por causa das telas
Felizmente eu tive uma infância maravilhosa.
Brincava de pega-pega, esconde-esconde, duro ou mole, sanduíche,
Tinha carrocinha de madeira e casinha da árvore.
Amei seu texto, todos precisam ler.
Abraço mineiro pra você.
Minha querida Lalá,
ExcluirNa tua infância, com os teus cabelos de menina indígena Tupi Guarani - 🤣😅🤣 - você certamente teve tempo e companhia para brincar e ser criança, porque, mesmo sendo jovem, você ainda viveu sua infância numa época anterior à Internet.
Espero que a geração do teu afilhadinho tenha as condições de crescer e ainda ter contato com dias fora das telas e de brincadeiras lúdicas, mesmo que a tecnologia distraia nossas crianças hoje de tudo o que as cerca.
Beijocas!!!
Obrigado pelas tuas palavras calorosas. Abraço também para ti!
ResponderExcluirMinha amiga Andreja,
ExcluirDesejo a ti uma ótima semana!
Um carinhoso abraço!!!
Douglas, you're 100% right!!!! I see the same thing here in Poland – it doesn't matter whether we're talking about a small town (my municipality has 20,700 people and a city has 11,400) or a large one! I see it every day!
ResponderExcluirI remember my childhood – my childhood was completely different: outdoor play, playing football, badminton, bonfires, peekaboo, tag, and the like, team games in the sandbox. In winter, sledding, snowball fights. When it came to planting potatoes and then harvesting them, we children eagerly helped, and it was fun for us. After digging the potatoes, we'd build a bonfire and roast them in the ashes.
Unfortunately, I don't see that today. Children don't really have a childhood, and their theoretically most beautiful years, when there should be laughter and carefreeness, are paradoxically replaced by loneliness and a computer or smartphone screen :(
My friend Anna,
ExcluirWelcome to DOUG BLOG
Our generation, my friend, was less anxious. If we were at a party and someone arrived late, the only thing we could do was wait. Today, with mass communication via cell phone, if you receive a message on WhatsApp, for example, read it and don't reply, the sender immediately sends another message saying (I don't understand why you have a Smartphone if you don't reply to the messages I send?), and this happens frequently with children and teenagers, the main prisoners of screens.
The internet is a good mechanism, because we are here interacting, making friends through it, but we all need to moderate our use of the Web, because there are many good things in life to do that don't depend on a cell phone.
If you want to follow my blog, I'll be happy, because I already follow yours.
Hugs!!!
No cambiaría mi infancia por la de estos niños, rodeados de máquinas, pero en el fondo solos.
ResponderExcluirQuerida Ana,
ExcluirEstoy de acuerdo contigo, las generaciones de los 70 a los 90 eran analógicas y más felices. Jugábamos en la calle con amigos (de forma segura) y a juegos de mesa.
Que tengas una buena semana.
Un abrazo.
qqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqEsse é o comentário de meu gato Michou, mas a dona veio aqui para lhe agradecer por ter aparecido por aqui, e aproveito para lhe dar os parabéns pelo belo e sensacional escrito sobre as crianças que brincavam muito, livres, belos e soltos como você e eu brincávamos de pique esconde pelas ruas à noite, onde os pais punham a cadeira na calçada e batiam aquele papo com os vizinhos e era tudo muito tranquilo e hoje onde foram parar as crianças? Fechadas nos quartos, com celular, etc e as pracinhas, só para cachorros Te parabenizo! Abração!
ResponderExcluirMinha amiga Maria Luiza,
ExcluirBem-vinda ao ®DOUG BLOG. Embora eu jurasse que você já estava na minha lista de amigos e seguidores do blog... Mas, tudo bem, sem problemas, vamos seguindo em frente.
Primeiramente, obrigada pelo comentário felino do "Michou". 🤣😅🤣
Agora, sobre nossas crianças, elas estão "queimando etapas" em suas vidas só se valendo do que é digital, algo que não deveriam ser assim, pois, criança nenhuma deve abrir mão de ser criança, já que todos crescem e poderão desfrutar da tecnologia no futuro.
Porém, a instantaneidade das (Redes - nada - Sociais) e o excesso de estímulos das "telas" comprimem fases essenciais da maturação da infância e da adolescência. Esta aceleração altera o desenvolvimento biológico, psicológico e social das crianças e adolescentes, o que é lamentável.
Retribuo o abração e já estou seguindo o teu blog.
- Posts como esse sempre me dão gatilho. Tenho um sobrinho de quase 10 anos que não sai das telas e fica muito mal humorado quando realmente não tem sinal de internet. Eu, um millennial, sofro demais quando vejo cenas assim. Faço minha parte como tio: compro brinquedos educativos (e também brinco com ele), convido pra andar de bicicleta, pintar, colar... mas quando não sou eu pai, mãe ou avó, que têm um tempo maior com a cria, infelizmente não dá.
ResponderExcluirOlá, Anderson,
ExcluirBem-vindo ao ®DOUG BLOG!
O tempo excessivo em frente às telas afeta funções cerebrais cruciais, como memória, criatividade e concentração em crianças e adolescentes. Se você faz a tua parte ao comprar brinquedos educativos e interage com o teu sobrinho, isso é um sinal de que ele não está completamente escravizado pela tecnologia. Crianças que consomem conteúdo, estética e dinâmicas voltadas para adultos antes de terem a maturidade emocional para processá-las, nunca se interessam por jogos e brincadeiras tradicionais de outrora.
Se desejar seguir o ®DOUG BLOG, sinta-se à vontade!
Uma braço!!!
Olá querido amigo Douglas,
ResponderExcluirEssa geração de crianças que não conhecem as saudáveis brincadeiras de rua, que não tem convivência com grupos " reais " e que provavelmente tem poucas experiencias com o mundo real, eu fico me perguntando: O que esperar para o futuro com essa geração altamente tecnológica?
Enfim, cuidemos das nossas crianças com bom senso e orientação.
Parabéns pelo tema em seu belo texto!
Beijos!
Minha querida amiga Vilma,
ExcluirA pedra atirada não volta... A tecnologia está aí e quase todos a usam de forma imprudente. O problema é que um adulto é responsável por seus atos, enquanto as crianças não. Portanto, os pais que deixam seus filhos alienados pelas telas estão prestando um desserviço social que não poderemos desfazer.
Tenha uma excelente semana!
Beijos!!!
Caro amigo Douglas,
ResponderExcluirO seu texto não poderia ser mais atual, a geração Z ou a criançada de hoje em dia se diverte pelas telas do celular, vídeo games, tablets ou computadores. Nada de pelada na rua e joelho ralado do futebol, nada de jogar pião, bolinha de gude, pega-pega, queimada, esconde-esconde, taco ou rolimã. A geração atual só interage pela internet e nas escolas, não acho um crescimento sadio como na nossa época, nas décadas de 80 e 90. E como você bem salientou, corre-se ainda o risco de golpes pela internet, pois é realmente difícil saber quem está do outro lado da tela e as crianças são as pessoas mais vulneráveis. Eu tenho muitas saudades da minha infância, era tudo diferente de hoje e acredito que mais humano, a gente se divertia mais, tinha amigos verdadeiros pra vida toda e as brincadeiras eram bem mais saudáveis, mas os tempos são outros meu caro amigo! Quem ralou joelho ralou, quem não ralou não rala mais, agora só se usa os dedos pra digitar as telas.
Um abraço meu amigo!
Meu bom amigo Alécio,
ExcluirSomos da geração do "Merthiolate vermelho"; ardia um bocado, mas, curava nossas escoriações de brincar na rua. Hoje em dia, as crianças nem têm bolhas nos dedos; apesar de viverem teclando em um mundo de emojis e curtidas. A meninada fala em ganhar a vida monetizando na Internet, como se ser um influenciador digital fosse uma profissão.
Até quem solta pipa hoje em dia faz errado, usam cerol (uma mistura de cola e pó de vidro que reveste as linhas das rabiolas), tornando tudo mais perigoso. Para a "Geração Z", futebol é "FIFA Soccer". Estamos (como diz aquele "velho baiano"), completamente do avesso do avesso. Não há volta; quem experimenta o açúcar não consegue mais resistir aos doces sabores da vida... Quem experimenta a Internet nunca mais viverá sem ela.
Quanto a I.A., é "ouro de tolo"... e quando as novas gerações perceberem que são meras imitações de uma tecnologia que as escravizou, recriando novas senzalas (agora virtuais), aí eu pergunto se haverá inteligência humana suficiente para nos alforriar da I.A.???
Um abraço!!!
hola Doug
ResponderExcluirpero que razón tienes, es alucinante lo que se viene ahora. Mis hijos ya son grandecitos, pero tengo sobrinos que están unidos al móvil y parecen uno. Que pena me dan.
besotessssssssssss
Mi querida "Harley Quinn".
ExcluirEsta obsesión con las pantallas se está volviendo irreversible, y con ella, la Inteligencia Artificial avanza mientras la inteligencia humana se estanca.
BatBesos ᕙ〴⋋_⋌〵ᕗ
Bom dia, Douglas
ResponderExcluirTexto muito interessante. As crianças de hoje em dia são estressadas porque não brincam; vivem no celular, e isso prejudica muito tanto a visão quanto a mente. Brinquei muito na minha infância. No quintal de casa, havia um balanço de pneu na árvore que era uma festa. Foram momentos maravilhosos que marcaram a minha vida. Um forte abraço.
Minha querida amiga Lucinalva,
ExcluirUm pneu de carro já é um objeto estranho para uma criança, um balanço de pneu em uma árvore (no quintal), é algo inimaginável para meninos e meninas que moram em apartamentos.
As gerações dos anos (70 aos 90), sabiam ser felizes porque, tinham suas mães em casa; as gerações atuais, com ambos os pais trabalhando fora de casa e com os avanços tecnológicos, tornaram-se escravas das telas.
Em outras palavras, aqueles que nunca valorizaram a presença das mulheres (mães e donas de casa), deveriam repensar isso, e esta não é uma opinião sexista, muito pelo contrário. Enfatizo aqui que a presença da mãe para seus filhos é de fundamental importância e, as tarefas domésticas não "diminuem" as mulheres, porque, se trabalhar fora de casa é digno, por que cuidar da própria casa e dos filhos não seria? - (e isso também se aplica aos maridos).
Um carinhoso abraço!!!
Bom dia meu querido amigo Douglas. Uma excelente manhã de quarta-feira, parabéns pela eliminação na Copa do Brasil. Agora é sério, humor faz a gente rir. Não como os dos nossos dias atuais. Uma excelente manhã de quarta-feira e um grande abraço cruz-maltino, e também carioca.
ResponderExcluirOlá, amigo Luiz,
ExcluirVocês, torcedores do Vasco, têm o treinador que merecem e em breve serão eliminados pelo Fluminense na Copa do Brasil, sem precisar de um “gol de barriga”. 🤣😅🤣
Brincadeiras à parte, a questão aqui nem tem a ver com o humor que nos faz rir (que engloba as reações imediatas das gargalhadas). Estou falando do tom emocional contínuo do humor apresentado pelas crianças 100% conectadas na Web.
☆ Saudações alvinegras!!!
Minha infância e minha pré-adolescência foram nos anos 70. Sim, era um mundo bem diferente. Brincávamos sim na rua, tudo era mais simples. Tenho um filho de 15 anos é bem adequado ao seu tempo: passa mais tempo com a cara na tela do que brincando ou se divertindo fora dela. Não há muito o que se fazer, são os tempos que mudaram com seus prós e contras. Para equilibrar as coisas, eu o coloquei pra praticar esportes bem cedo (judô e natação aos 10 anos) e hoje, aos 15, ele treina todos os dias em casa seguindo um programa de calistenia e musculação (tenho halteres em casa). Sim, ele também não quis ir para uma academia...
ResponderExcluirAo lado das telas, eu o acostumei desde cedo a ler. Começou aos 4 anos e hoje já tem o hábito da leitura, uma estante com vários livros e mangás e hqs. Além disso, é muito criativo e já escreveu 3 histórias que os amigos curtiram muito (e eu, claro, pai coruja, também). Um deles até publicamos em papel e está na Amazon.
Não é sempre mas costuma se reunir com os amigos para sair e se divertir na praça ou shopping mas os celulares estão sempre juntos. E tem que está, né, como eu faço pra ligar pra ele???
Olá, amigo Eduardo,
ExcluirMinha infância e pré-adolescência também ocorreu nos anos (1970). Era um tempo muito diferente, analógico e mais satisfatório. Quanto a ser tudo mais simples, há controvérsias sobre isso, pois, vivíamos um período de forte ditadura militar. Mas, as crianças alheias a isso, jogavam bola e faziam outras atividades na rua com os amigos, bebiam "leite B de saquinho", sem água misturada, nós meninos, brincávamos de “passar o anel”, na esperança de beijar a garota que gostávamos. Hoje, esta geração que "queima etapas", já é adolescente aos 10 anos, não pensa em namorar e não faz planos para uma futuro acadêmico como nós fizemos.
As crianças são uma bênção e precisamos cuidar bem delas e neste mundo conectado, “ser careta”, ultrapassou as paredes das nossas casas e ganhou dimensões globais. Os pais discordam dos filhos geralmente por excesso de zelo e isso faz parte. Mas, a nossa geração sempre pediu a bênção aos nossos pais, sempre ouvia nossa mãe dizer: durma com Deus... e não perdemos nada com isso, muito pelo contrário, somos hoje quem somos, devido nossa boa criação. E a TV (nossa tela), nunca foi um aparelho que nos prendesse dentro de casa.
Sou totalmente a favor da tecnologia, mas, se os comerciais de bebidas, por exemplo, pedem moderação no seu consumo, acredito que o uso excessivo de telas é prejudicial e devemos moderar o tempo que usamos estes magníficos aparelhos também, não só os dos nossos filhos, mas, para nós adultos, pois, só podemos exigir algo deles, que sirva primeiro de exemplo em nossas vidas.
Um abraço!!!
Todo está cambiando, y los niños me dan mucha pena, yo no lo veré, pero no quiero ni pensar lo que se encontraran.
ResponderExcluirEsos cachorrillos me roban el alma.
Un abrazo Douglas
Amiga Carmen,
ExcluirNada volverá, ni a nuestra infancia, que fue maravillosa sin móviles, ni al tiempo que la actual “generación Z” 100% tecnológica pierde frente a las pantallas.
Pero los niños no nacen con teléfonos móviles y otros dispositivos, los adultos cometen el error de animar a los niños a utilizar estos dispositivos desde pequeños.
Un abrazo.
Cuanta razón tienes. Hoy en día los niños están abducidos por la tecnología. Interesante y lo comparto. Un placer volver a pasar por tu blog. Besitos
ResponderExcluirAmiga Nuria,
ExcluirSiéntete como en casa aquí en ®DOUG BLOG.
La educación de nuestros hijos comienza en casa y no podemos darles ejemplos negativos utilizando desenfrenadamente los Smartphones. Si queremos dar ejemplo, también debemos empezar a despegarnos de las pantallas.
Gracias por disfrutar el texto.
Besos.
Verdade! As crianças de hoje só vivem com a cara no celular. E na praça só tem cachorros passeando e adultos caminhando. A tecnologia veio para ficar e nos ajuda muito, mas há limite para tudo. Cabe aos pais tentar mudar isso, mas acho que muitos deles ficam até aliviados em ver os filhos quietinhos com o celular.
ResponderExcluirUm abraço!
Olá amiga Sulane,
ExcluirOs pais que dão seus celulares para manter os filhos quietos são irresponsáveis. Algum pai daria Lexotan para deixar seu filho “quietinho?”
Esta coisa das praças vazias é muito séria... Faz tempo que não vejo nem às babás com crianças pequenas nas praças.
Já vi um pai (em casa), chamar o filho no Smartphone (via WhatsApp), para ele sair do quarto e ir para a sala jantar. Como se costuma dizer: "Parem o mundo que eu quero descer!" 😂😄😂
Um carinhoso beijo!!!
Olá, querido amigo Douglas, concordo com todo esse teu belo e verdadeiro texto.
ResponderExcluirAs crianças destas últimas gerações não sabem o que é infância, dá uma pena... É o celular que comanda as horas de lazer, de brincar, de correr e de usar a criatividade.
E têm os pais que ainda dão o celular para os filhos ficarem quietinhos, também tem essa, né Douglas?
A nossa geração e as anteriores, tiveram infância maravilhosa, temos muito para recordar e para sonhar. E isso é vida.
Aplaudo daqui tua excelente crônica, amigo!
Uma ótima semana que está já na metade!
Um beijo, muita paz e avante com essas postagens excelentes, quem sabe não não abrirá certas cabecinhas responsáveis pela educação dos filhos...
Minha querida amiga Taís,
ExcluirO desafio de mudar mentalidades rígidas na criação dos filhos consiste em diversos fatores e o uso excessivo das telas é só a ponta do iceberg. Educar as crianças (100% tecnológicas), exige abertura a novas aprendizagens, o que nem sempre é fácil para os responsáveis (adultos/pais) de hoje, tão prisioneiros das telas como são seus filhos.
Atualmente as conversas entre pais e filhos são substituídas por interações rápidas e superficiais. Em nossa época havia maior confiança entre pais e filhos. E dizer “Nosso tempo” me faz sentir como um dinossauro. 😂😄😂
O mundo tecnológico pode alienar pais e filhos se não houver o uso consciente das telas. Este fenômeno, denominado “tecnoferência”, afeta a comunicação e os vínculos familiares.
Os pais que usam o Smartphone para "acalmar" seus filhos são completos irresponsáveis.
A maturidade emocional de uma criança exige limites e é preciso deixar claro que existem hierarquias a serem cumpridas. As crianças não postulam sozinhas o seu desenvolvimento; para que cresçam saudáveis, dependem fundamentalmente do ambiente em que vivem e do cumprimento de ordens dos adultos. Não há bebê sem uma mãe e aparentemente hoje em dia, não há criança sem um moderno Smartphone. Ou seja, o amadurecimento mental e corporal depende de um cuidado suficientemente bom e este cuidado definitivamente não virá das telas, pois, se escolhermos os melhores grãos de feijão para cozinhar, por que deixaríamos os nossos filhos à mercê de tudo na Internet sem que filtremos aquilo que acessam?
Fico sempre grato pela tua apreciação dos textos publicados no ®DOUG BLOG.
Tenha dias suaves e felizes!
Beijos!!!
Ola Doug, imaginate, em casa nos comunicamos pelo whatsapp... kkk, imagina como estao as coisas. Tenha um lindo sabado. Muitos beijos! 🌷😘🌺😘😍😘🌺😘😍😍
ResponderExcluirHola Carolina,
ExcluirInternet es genial para esto, para reírnos de las exageraciones ajenas. 🤣😅🤣
Mañana hay una nueva publicación en ®DOUG BLOG.
Besos en la mejilla.
Olá amigo Doug, uma historia bem humorada ( con H).
ResponderExcluirSimpáticos caõcinhos tambem!
Gostei ler e passar pelo teu blog.
O meu abraço e bo começo de Junho, (com H).
Hola amiga Beatriz,
ExcluirSiempre me alegra tenerte en el ®DOUG BLOG.
Interactuemos siempre con mucha amistad, cultura y buen humor.
Que tengas un excelente mes de junio.
Besos.