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Meus
amigos e amigas do ®DOUG BLOG, se pararmos para observar uma pracinha
hoje em dia, notaremos que a infância sofreu uma mutação genética ou, no
mínimo, uma enorme ruptura no espaço-tempo, pois, vemos cachorros nas
praças, correndo, saltitando, fazendo suas necessidades fisiológicas,
mas, onde foram parar as nossas crianças? As crianças de ontem (da minha
geração), cresceram, mas, e as crianças da “Geração Z”, onde estão?
Existem
crianças por aí tão ranzinzas, incrivelmente mal-humoradas, que se você
olhar a certidão de nascimento delas, verá que diz: “10 anos”, mas,
elas vivem em anos caninos, porque, o primeiro ano de vida de um
cachorro equivale a cerca de 12 a 15 anos humanos, variando de acordo
com a raça e do porte do animal.
Estas criaturinhas com “alma canina” são como idosos que se aposentaram do bom humor e não têm absolutamente nenhuma paciência para o Mundo sem telas. Você oferece um sorvete para a criança e ela reclama que está muito gelado; Você sugere um passeio e a “criaturinha de Deus” solta um suspiro dramático, igual a um adulto indo visitar a sogra; Você a convida para ir ao cinema e ela diz que prefere assistir os filmes por streaming... no celular.
E o clássico “vamos brincar lá fora?” – esqueça! As crianças de hoje não brincam mais juntas e, brincar na rua atualmente não é mesmo muito recomendável. Então, as crianças acabam interagindo dentro de seus quartos (solitárias e desprotegidas), através de Smartphones, laptops, tablets, etc... e é aí que muitas vezes mora o perigo, porque, como elas podem saber se realmente existe outra criança do outro lado da tela? – pois, mesmo em videochamadas, os deepfakes usam inteligência artificial para criar qualquer imagem que desejarem, substituindo rostos, imitando vozes e simulando ações com alta precisão.
O conceito de encontrar os amigos mudou drasticamente: nos anos (1980/1990), cinco crianças ralavam os joelhos no asfalto, jogando futebol com uma bola dente de leite (na famosa “pelada”). Mas, hoje isso não existe mais. Atualmente, cinco crianças sentam no mesmo sofá, em absoluto silêncio e, ficam digitando freneticamente umas com as outras, no WhatsApp, entre abreviações de palavras e emojis.
As crianças de hoje em dia não correm mais de carrinho de rolimã; elas assistem a um vídeo no YouTube, de uns 20 anos atrás e depois comentam o vídeo, sem entender o que há de divertido em deslizar pelas ruas em uma prancha de madeira com rodas metálicas?
As crianças de hoje não têm medo do bicho-papão. Elas têm pavor da possibilidade da Internet perder o sinal por cinco minutos, transformando o ambiente em um “apocalipse zumbi”, porque, nossas crianças se esqueceram de como respirar sem Wi-Fi.
No fundo, nós, adultos, entendemos: o Mundo mudou. Mas, aquela pontada de nostalgia da minha geração, com os pés descalços, os dedos cheios de bolhas e os joelhos ralados de tanto chutar uma bola no asfalto, era muito mais saudável do que a desta geração tecnológica de meninos e meninas prisioneiros de telas, que estão prestes a reclamar com o síndico do prédio (via WhatsApp), pelo barulho excessivo que os adultos estão fazendo, perturbando a neurastenia do universo digital, seja lá onde este “universo” esteja?
Estas criaturinhas com “alma canina” são como idosos que se aposentaram do bom humor e não têm absolutamente nenhuma paciência para o Mundo sem telas. Você oferece um sorvete para a criança e ela reclama que está muito gelado; Você sugere um passeio e a “criaturinha de Deus” solta um suspiro dramático, igual a um adulto indo visitar a sogra; Você a convida para ir ao cinema e ela diz que prefere assistir os filmes por streaming... no celular.
E o clássico “vamos brincar lá fora?” – esqueça! As crianças de hoje não brincam mais juntas e, brincar na rua atualmente não é mesmo muito recomendável. Então, as crianças acabam interagindo dentro de seus quartos (solitárias e desprotegidas), através de Smartphones, laptops, tablets, etc... e é aí que muitas vezes mora o perigo, porque, como elas podem saber se realmente existe outra criança do outro lado da tela? – pois, mesmo em videochamadas, os deepfakes usam inteligência artificial para criar qualquer imagem que desejarem, substituindo rostos, imitando vozes e simulando ações com alta precisão.
O conceito de encontrar os amigos mudou drasticamente: nos anos (1980/1990), cinco crianças ralavam os joelhos no asfalto, jogando futebol com uma bola dente de leite (na famosa “pelada”). Mas, hoje isso não existe mais. Atualmente, cinco crianças sentam no mesmo sofá, em absoluto silêncio e, ficam digitando freneticamente umas com as outras, no WhatsApp, entre abreviações de palavras e emojis.
As crianças de hoje em dia não correm mais de carrinho de rolimã; elas assistem a um vídeo no YouTube, de uns 20 anos atrás e depois comentam o vídeo, sem entender o que há de divertido em deslizar pelas ruas em uma prancha de madeira com rodas metálicas?
As crianças de hoje não têm medo do bicho-papão. Elas têm pavor da possibilidade da Internet perder o sinal por cinco minutos, transformando o ambiente em um “apocalipse zumbi”, porque, nossas crianças se esqueceram de como respirar sem Wi-Fi.
No fundo, nós, adultos, entendemos: o Mundo mudou. Mas, aquela pontada de nostalgia da minha geração, com os pés descalços, os dedos cheios de bolhas e os joelhos ralados de tanto chutar uma bola no asfalto, era muito mais saudável do que a desta geração tecnológica de meninos e meninas prisioneiros de telas, que estão prestes a reclamar com o síndico do prédio (via WhatsApp), pelo barulho excessivo que os adultos estão fazendo, perturbando a neurastenia do universo digital, seja lá onde este “universo” esteja?
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