A cada dia que passa muitas pessoas estão ficando menos “antenadas” aos programas de TV, sejam elas abertas ou pagas, pois, a Internet possui muito mais atrativos que nos distraem, que as repetitivas programações das TVs. E mesmo com o advento das Smart Tvs, que traz com elas, a comodidade da Web para a tela grande, ainda assim, algumas pessoas preferem a mobilidade de um Smartphone, pois, “que atire o primeiro rolo de papel higiênico”, quem de nós nunca levou o celular até para o banheiro, estando ali sentado de maneira solitária no vaso sanitário, enquanto esperava o resultado final da visita ao trono?
Na Rede Globo, do Jornalista Roberto Marinho (3 de dezembro de 1904 - 6 de agosto de 2003), por exemplo, são novelas e mais novelas, com direito ao “Vale a Pena Ver de Novo”. E depois do “JN”, lá vem mais novela e em seguida, temos séries (que não deixam de ser mininovelas) e uma vez ao ano, acontece o inesgotável e patético “BBB - Big Brother Brasil”, um Reality Show, que já passou da hora de acabar, pois, nem na Holanda (seu País de origem), este programa continua sendo exibido, pois lá, foi encerrado em (2008).
De contra partida, nos outros canais, as programações são de qualidade duvidosa, com novelas mexicanas, programas de auditório para lá de vexatórios, “pegadinhas” (onde as pessoas riem das desgraças dos outros), como se isso tivesse graça? Temos ainda, os programas policiais de péssima qualidade e, um desfile de gente despreparada, distribuídas em canais de vendas, onde se comercializa de tudo. E não podemos esquecer os “infernais” programas religiosos (seja de que religião for). E para piorar o que já está ruim, ainda existem as TVs do governo - TV Brasil, TV Câmara e TV Senado, que são uma espécie de circo sem lona e só com palhaços.
Eis que surge a fatídica pergunta: qual é o papel da TV no Brasil hoje? Acredito que o papel da TV deva ser cultural, mas, com tantos exemplos ruins em toda a programação, a verdade é que o papel da TV no Brasil é como aquela bolinha que fazemos com uma folha de papel A4 quando cometemos um erro de digitação e, consequentemente, a impressão também sai errada (no texto/documento), tornando-a inutilizável e jogando a bolinha de papel no lixo.
No meu tempo de menino, até existiam alguns bons programas televisivos, como, por exemplo, a primeira versão do “Sítio do Pica Pau Amarelo”, da inesquecível Dona Benta - Zilka Sallaberry (31 de maio de 1917 - 10 de março de 2005), mas hoje, aquilo que restou, foi uma “Malhação” de programas ruins, que tornam a televisão (enquanto distração), numa verdadeira “Zorra”. E se eu for denominar cada programa de gosto duvidoso, que passa na TV Aberta e por Assinatura, eu ficaria aqui até “Altas Horas”.
Assim sendo, melhor trocar de canal (“Plim-Plim”) e ir assistir pela milésima vez, a um dos episódios do “Chaves” (“Isso, isso, isso!”... “Pois é, pois é, pois é!”) - pelo menos, neste tipo de tolice, nós sabemos que caímos nela, “sem querer querendo!”
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웃 PERSONAGENS NAS ARTES NÃO MENCIONADOS NO TEXTO:
* “El Chavo del Ocho - Chaves”, seriado mexicano (1970), criado, roteirizado, dirigido e estrelado pelo mexicano: Roberto Gómez Bolaños - Chespirito (21 de fevereiro de 1929 - 28 de novembro de 2014).
* Garfield e Odie (1978), criações do cartunista: Jim Davis (28 de julho de 1945).
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