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domingo, 26 de julho de 2026

“Fim de Festa — O Último Tango de Lionel Messi”

Meus amigos e amigas do ®DOUG BLOG, será a Copa do Mundo o maior exercício de faz de conta coletivo que a humanidade já criou?... ou trata-se de uma emoção genuína compartilhada por nações diversas, onde por algumas horas, o futebol transforma estranhos em amigos?

A Copa do Mundo é um pacto de paz temporário, selado com cerveja a preço de Champagne, pintura facial, perucas engraçadas e gritos de guerra iguais a remada viking, RÖ!”, da torcida norueguesa. Uma utopia com data de validade impressa no ingresso.

Vamos começar pelo aspecto econômico da Copa do Mundo: os preços exorbitantes dos ingressos fizeram desta a edição mais cara da história do torneio. A estratégia da FIFA de transformar a Copa em um show, somada aos custos de viagem e hospedagem na América do Norte, transformou o evento em um produto para a elite, deixando a classe trabalhadora praticamente fora dos estádios... e isso tratando-se de um esporte que sempre foi um lazer popular.

Quarenta e oito países cruzaram seus caminhos durante a Copa do Mundo, que durou 39 dias (de 11 de junho a 19 de julho de 2026) - o dia em que a Espanha conquistou sua segunda estrela, empregando um estilo eficiente de passes curtos e posse de bola (conhecido como: “tiki-taka”). A seleção espanhola também se mostrou sólida na defesa, sofrendo apenas um gol em oito partidas, terminando invicta, com um total de 7 vitórias e 1 empate, encerrando assim a festa da Argentina e marcando o “último tango de Lionel Messi”. Tudo saindo conforme o não planejado por Messi.

Nas arquibancadas, nações confraternizavam pacificamente em meio a um Mundo em guerra. Quem dera a vida realmente imitasse a arte... é maravilhoso deixar-nos levar por tal ilusão. E, na final, em mais uma reviravolta lamentável da FIFA, coube a Donald Trump¹ entregar o troféu à seleção espanhola, invadindo, literalmente, a foto no pódio dos campeões, ficando de “papagaio de pirata”. Mais uma quebra de protocolo da relutância de Trump em ceder o momento aos vencedores.

Seguindo falando de vaidades, agora de dois jogadores de futebol nascidos em (5 de fevereiro), me parece que a megalomania do interminável CR7 - Cristiano Ronaldo dos Santos Aveiro (5 de fevereiro de 1985), o leva a pensar que o “cristianismo” consiste nas pessoas que o seguem nas redes sociais. Atualmente, sobra-lhe vaidade e falta-lhe futebol; quanto ao nosso Neymar da Silva Santos Júnior (5 de fevereiro de 1992), ele não serviu nem para cair no gramado durante esta Copa do Mundo. Atualmente, Neymar Jr. é jogador profissional de Poker... então, que vá para a “casa do BARALHO!”

Mas porque, gostamos tanto o futebol? É porque, a centelha do frenesi coletivo de uma partida da Copa do Mundo acende-se na catraca. O torcedor, carregando o peso de um passaporte que o Mundo insiste em escrutinar, escaneia o código de barras e cruza uma fronteira invisível. Lá dentro, o protocolo geopolítico implode... um homem agitando a bandeira da Palestina divide um pacote de pipoca com um sujeito de camisa azul e branca. Duas cadeiras adiante, um ucraniano e um russo fingem que o único território em disputa são os trinta centímetros quadrados do degrau de concreto... e nem a Rússia nem a Ucrânia sequer se classificaram para a 23ª Copa do Mundo.

Durante noventa minutos mais acréscimos, o planeta suspende a incredulidade. Olhamos para o gramado verdinho e aceitamos a mentira mais bonita da terra: a de que os conflitos humanos podem ser resolvidos com uma bola de couro e dois exércitos de onze soldados, duas etapas regulamentares e um trio de arbitragem contestável aliado ao VAR². Queremos desesperadamente acreditar que aquela guerra é apenas um jogo com regras claras, onde o pior que pode acontecer é um gol de pênalti ou uma eliminação dolorosa na fase de grupos.

Nas arquibancadas, o Mundo exterior, marcado por feridas reais das guerras, encontra um alívio artificial. O ódio é despejado sobre os assistentes de arbitragem (bandeirinhas), que, graças aos avanços tecnológicos, marcam impedimentos com base em meros fios de cabelo cruzando a linha limite da regra, enquanto a intolerância dá lugar à ansiedade compartilhada de uma cobrança de escanteio aos 48 minutos, nos acréscimos do tempo de jogo do segundo tempo.

Quando o árbitro apita o fim da partida, o feitiço começa a quebrar. A multidão escoa pelos portões, a realidade volta a cobrar o seu preço e as notificações de bombardeios da violência bélica piscam novamente nas telas dos Smartphones. Mas, por algumas semanas, quarenta e oito nações insistiram em nos dar o direito à ilusão. E, no fundo, a gente sabe que só suporta a crueza dos dias porque, de vez em quando, a arte nos deixa esquecer quem realmente somos.

A Copa do Mundo de (2026), sediada por Canadá, EUA e México, marcou a descoberta de muitos jovens talentos promissores do futebol, bem como a despedida de inúmeras superestrelas, incluindo os protagonistas da final: o jovem espanhol Lamine Yamal³ e o veterano argentino Lionel Messi³. O camisa 10 argentino foi superado em campo, mas, não derrotado no mundo do futebol, onde dançou seu “último tango em New Jersey”. 

Em (2007) Messi e Yamal viveram juntos algo que só os deuses do futebol conseguem explicar. Quase duas décadas antes de se enfrentarem na final de Copa do Mundo, ambos protagonizaram um encontro que se transformou em uma das imagens mais marcantes da história do futebol. Algumas fotos foram tiradas durante um ensaio beneficente organizado pelo jornal catalão Diari Sport em parceria com a UNICEF. Na época, Messi tinha apenas 20 anos e despontava como uma das grandes promessas do Barcelona. Já Lamine Yamal era um bebê de poucos meses, escolhido por sorteio para participar da campanha solidária ao lado da família, onde Yamal aparece literalmente na banheira, sem estar em posição de impedimento, sendo ele quem atualmente veste a camisa da vitoriosa equipe catalã.
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[NOTAS FINAIS ®DOUG BLOG]

¹ Donald John Trump (14 de junho de 1946), 45º e 47º Presidente dos EUA.

² O VAR utilizado no futebol, é a sigla que significa: “Video Assistant Referee” - Árbitro Assistente de Vídeo.

³ Lamine Yamal Nasraoui Ebana (13 de julho de 2007) e Lionel Andrés Messi Cuccittini (24 de junho de 1987).

 

 
 
 “Wonderwall, a voz das arquibancadas
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♪ A música “Wonderwall”, da banda de rock inglesa Oasis, formada em (1991) em Manchester, tornou-se o grande hino que impulsionou a seleção da Inglaterra durante a Copa do Mundo de (2026). A faixa clássica de (1995), virou a voz das arquibancadas e trilha sonora oficial das comemorações da equipe inglesa, no campo e vestiário, após cada vitória.

sábado, 18 de julho de 2026

“Você Quer Apanhar, Menino?”

Meus amigos e amigas do ®DOUG BLOG, pais e filhos muitas vezes são estilingues e passarinhos e esta crônica coloca isso à prova.

💬 Pai, o que é um aforismo?

💬 Meu filho, um aforismo é uma frase criada por um autor, jornalista, filósofo, pessoas que trabalham com o intelecto.
💬 É o tipo de frase que a mamãe diz: “Você quer apanhar, menino?”
- quando eu faço bagunça?
💬 Não, meu filho, esse tipo de frase é hereditária, passado de geração em geração, pelas mães, para manter a ordem na casa. Mas é uma frase considerado de autor desconhecido.
💬 Se o autor é desconhecido, a mamãe pode tomar a autoria dessa frase para ela. (risos)
💬 Não seria má ideia, tendo em vista, que você, mocinho, faz sua mãe repetir essa frase diversas vezes por semana. (risos)
💬 E para que servem os aforismos, papai?
💬 Eles servem para enfatizar uma forma de pensamento, como: “Eles passarão... Eu passarinho!”
💬 E o que isso significa?
💬 O significado varia, meu filho, cada pessoa que lê pode interpretar de uma maneira diferente. Acredito que Mário Quintana, o autor desse aforismo, quis transmitir uma mensagem de resistência, esperança e leveza diante dos problemas ou das pessoas que tentaram o atrapalhar em algum momento da vida.
💬 E esse Mário já morreu?
💬 Sim, faz muito tempo. Ele faleceu na década de noventa.
💬 Se ele era um passarinho, com certeza morreu com uma estilingada! (risos)
A mãe a
o escutar tal tirada do filho, diz:
💬 Não seja cruel, Vinicius, você quer apanhar, menino? 

No entanto, esta frase frequentemente repetida pelas mães é bem engraçada, afinal, que mãe em sã consciência acredita que um filho vá dizer: Sim, mamãe, eu quero levar umas palmadas!
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[NOTAS FINAIS ®DOUG BLOG]

*
A frase “Eles passarão... Eu passarinho!” - é o verso mais famoso do “Poeminho do Contra”, escrito por Mário de Miranda Quintana (30 de julho de 1906 - 5 de maio de 1994), poeta, tradutor e jornalista brasileiro, em 1978: “Todos esses que aí estão atravancando o meu caminho, eles passarão... eu passarinho!”

 

domingo, 12 de julho de 2026

“As Verdades da Vida Amorosa”

Meus amigos e amigas do ®DOUG BLOG, relacionamentos amorosos são construídos sobre comportamentos românticos superestimados. Vamos aos fatos: 
 
Casais adoram sair para comer e, não é incomum vermos alguns deles na penúria financeira disfarçada de gesto fofo, compartilhando tudo que comem, até o último pedaço do profiterole¹, aquela colherada perfeita que deveria ser tua, mas, que é sumariamente usurpada pelo teu amor, enquanto ela/ele diz: “Deixa eu provar só mais um pedacinho”. Isso não é amor; é um saque calórico consensual. Em outras palavras, um casal dividindo uma sobremesa não é prova de “quentinho no coração... na verdade, é só falta de dinheiro para comprar dois profiteroles.
 
Continuando na conquista do par perfeito pelo estômago, quem nunca decidiu fazer um piquenique no parque? Acho que todos nós já tivemos esta ideia, que é ao mesmo tempo romântica e desastrosa. A literatura e o cinema nos vendem a imagem de um casal sorridente, bebendo vinho espumante e beliscando queijos, sanduíches, salgadinhos, etc..., sob o sol da tarde, tudo dentro de uma linda cesta de vime, sobre uma toalha xadrez vermelha... mas, a realidade nua e crua é outra... envolve formigas subindo pelas pernas do casal, a grama pinicando lugares inacessíveis, o espumante esquentando em copos de plástico e o vento levando os queijos, sanduíches e salgadinhos para longe da toalha. Aí, uma pessoa se levanta para tentar salvar o lanche e, derruba o vinho na outra e, quando você finalmente consegue dar uma mordida no sanduíche que sobrou, sente a crocância das formigas misturada à maionese.
 
Se formos puxar o fio desta meada de ilusões românticas, a lista de fantasias amorosas não para por aí. Pense na clássica posição “dormir de conchinha”. No reino dos ideais românticos, casal que não dorme assim, está vivendo errado. Mas, a realidade desta posição decúbito lateral duplo, não representa o auge da intimidade e do conforto... muito pelo contrário, na vida real, no dia a dia, após exatos dez minutos dormindo assim, o braço que fica embaixo da outra pessoa perde totalmente a circulação, chegando ao estado clínico de um membro morto. Você começa a ponderar se é melhor acordar seu amor ou simplesmente amputar o braço ali mesmo. Isso sem falar nos pés gelados sendo aquecidos entre as tuas pernas. Para completar, há a batalha implacável, silenciosa e incansável pelo controle do edredom durante a noite toda. O resultado: uma noite de sono terrível e um hálito matinal, pior até do que a própria noite em claro, bafo potente o suficiente para derrubar um rinoceronte.

E quanto aos casais que tomam banho juntos, eles nunca vivenciam a cena exatamente como nos filmes
eróticos. Na realidade, não há sensualidade alguma em tomar banho juntos (de chuveiro); após tentativas de contorcionismos circenses, com duas pessoas nuas se esforçando em fazer algo acontecer que não funcionaria nem mesmo em um ambiente seco e espaçoso, duas pessoas constrangidas, finalizam o ato, com uma pessoa ficando sob a água quente, enquanto a outra leva respingos e treme de frio, esperando a sua vez de se lavar.

No fim das contas, o amor verdadeiro não sobrevive por causa destes grandes clichês idealizados
pelo romantismo social... ele sobrevive apesar deles. Amar é, justamente, olhar para a outra pessoa tremendo de frio no canto do box, com o braço dormente e a boca cheia de formigas, e pensar: “Vamos lá... eu aguento mais um mês...”.

Assim sendo, na vida amorosa, tudo gira em torno de beleza e paciência. Se as coisas derem certo... BELEZA! Se não derem... PACIÊNCIA!
°°°
[NOTAS FINAIS ®DOUG BLOG]
¹ O profiterole é uma sobremesa clássica de origem franco-italiana, feita com uma massa leve e oca chamada “pâte à choux”, tradicionalmente recheada com sorvete de baunilha ou creme e servida com uma calda quente de chocolate.
 
 
 

terça-feira, 7 de julho de 2026

“A Copa das Chuteiras Cor-de-Rosa”

Meus amigos e amigas do ®DOUG BLOG, o futebol é apenas um jogo certo?... Errado! Em outros tempos era assim, mas, atualmente o futebol é um negócio... e um negócio muito lucrativo. E assim, acabou melancolicamente para nós brasileiros a Copa das chuteiras cor-de-rosa, onde a Nike pagou uma verdadeira fortuna para que as chuteiras “pink” substituíssem as tradicionais pretas.
 
Os torcedores brasileiros vivem em uma espécie de distorção temporal histórica permanente. Enquanto o futebol mundial avança (impulsionado por táticas cirúrgicas, imensa intensidade física e um trabalho de observação técnica - scout), baseado na ciência, nós continuamos a viver das glórias de triunfos passados ​​que, para toda uma geração de torcedores, existem apenas no YouTube ou nas histórias contadas pelos torcedores mais velhos.

Precisamos parar urgentemente de romantizar as conquistas das seleções do passado; parar de bater no peito e gritar: “Somos pentacampeões mundiais!” -  isso não é sinal de orgulho, só se tornou numa forma de consolo coletivo. Aquelas cinco estrelas acima do escudo são a nossa defesa contra a mediocridade do presente. 
 
O problema é que o escudo é feito de linha de costura e memórias... e nada disso vencerá Copas do Mundo. As memórias do emblema não entram em campo, não fazem pressão alta, não batem faltas, laterais e escanteios, nem convertem e defendem pênaltis. As cinco estrelas bordadas na camisa “Canarinho” carregam um peso enorme, mas, só têm o poder de intimidar os adversários atualmente por, no máximo, quinze minutos. Depois disso, o oponente se ajusta ao jogo; o respeito permanece, porém, o medo da camisa amarela se dissipa, pois, vitórias são conquistadas em campo, não no levantar de taças de outrora. Então, o apito final soa e acumulamos mais uma eliminação em Copas do Mundo, prolongando um jejum de títulos que agora dura 28 anos.
 
Esta nostalgia tóxica nos cega de duas maneiras. Primeiro, ela gera uma arrogância infundada, pois, entramos em competições acreditando que a vitória é um direito divino do Brasil, e não o resultado de trabalho duro, tática e suor em campo. Quando ocorre a inevitável queda diante de equipes europeias taticamente disciplinadas, como tem acontecido consistentemente nas últimas duas décadas, o choque é enorme, por que, nos recusamos a aceitar que o romântico “futebol-arte” da década de (1970 - vitorioso) ou de (1982 - derrotado),  já não basta para vencer no século XXI. Em segundo lugar, o saudosismo sufoca o presente ao impor um fardo desumano aos jogadores de hoje, exigindo que cada novo atacante seja o próximo Pelé, Garrincha, Ronaldo Fenômeno, Romário, etc... - Portanto, exigir apenas amor à camisa” e garra, como se os problemas que assolam o nosso futebol fossem puramente uma questão de força de vontade, é um erro. A falta de organização, sobretudo extracampo, manifesta-se de forma gritante na corrupção dentro da CBF - Confederação Brasileira de Futebol, o que inevitavelmente afeta os jogadores. E no fim, são os torcedores quem pagam a conta, ficando mais uma vez com falsas esperanças, com ruas pintadas, álbuns de figurinhas incompletos e camisas que outra vez não viram a sexta estrela ser bordada.

A história da camisa “amarelinha
brasileira hoje se transformou em lenda, ainda temos a mais bela história do futebol mundial; disso ninguém duvida. No entanto, enquanto Pelé e Garrincha jogavam com maestria chutando e cabeceando bolas de couro que perdiam a forma no decorrer da partida, as gerações atuais reclamam das modernas bolas de alta tecnologia. O problema, porém, não é a bola, é a capacidade limitada de quem chuta e cabeceia a “redondinha. E outra, simplesmente colocar um técnico estrangeiro à beira do campo de paletó e gravata (mascando chicletes), não nos levará, por si só, a conquistar outra Copa do Mundo. Moldamos a forma como o planeta vê o futebol, mas, o fizemos da pior maneira possível. Já não somos mais contadores de histórias; estamos apenas nos apegando a triunfos do passado... conquistas que deveriam servir de inspiração, não de muleta.

Se o Brasil quiser voltar a ser protagonista e buscar o hexa, o primeiro passo é descer de seu pedestal histórico. Isso significa olhar no espelho, reconhecer que o topo hoje pertence a quem melhor planeja. Precisamos entender, de uma vez por todas que a tradição ajuda a explicar de onde viemos, mas, não ganha jogos sozinha.

Precisamos parar com esta conversa de: “Se tivéssemos um jogador como o Pelé de novo...” — que eu saiba, o Sá jogou no Uruguai, Si e Su jogaram na Coreia e So jogou no Japão. Mas, o “SE” nunca jogou futebol.

Não desaprendemos a jogar futebol; simplesmente deixamos de compreender sua dinâmica... uma dinâmica reativa que japoneses, noruegueses e até mesmo os norte-americanos, que nem gostam de futebol (eles chamam de Soccer), aprenderam a dominar com disciplina e dedicação. Mas, não perdemos as últimas seis Copas do Mundo para nenhuma destas seleções ou para outras; perdemos as últimas Copas do Mundo para nós mesmos.
 
A Copa do Mundo de (2030), será realizada em seis países de três continentes: Espanha, Portugal e Marrocos, que atuarão como sedes principais, enquanto Uruguai, Argentina e Paraguai receberão as partidas de abertura para celebrar o centenário do torneio. Assim sendo: até (2030)... hexa brasileiro!
°°°
[NOTAS FINAIS ®DOUG BLOG]
* Arte inicial ®DOUG BLOG: Erling Braut Haaland (21 de julho de 2000), jogador de futebol nascido no Reino Unido, mas, que defende a seleção norueguesa e Vinícius José Paixão de Oliveira Júnior - Vini Jr. (12 de julho de 2000), jogador de futebol brasileiro.

¹ Edson Arantes do Nascimento - Pelé (23 de outubro de 1940 - 29 de dezembro de 2022); Manoel Francisco dos Santos - Mané Garrincha (28 de outubro de 1933 - 20 de janeiro de 1983); Ronaldo Luís Nazário de Lima - Ronaldo Fenômen (18 de setembro de 1976) e Romário de Souza Faria (29 de janeiro de 1966).
 
 
 
5 de julho de 2026
Apita o árbitro... final do jogo!
 A Noruega vence o Brasil por
2 a 1... e o Brasil está
eliminado da Copa do Mundo.

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⚽ 1958 🏆 Campeão: Suécia ⚽ 1962 🏆🏆 Bicampeão: Chile ⚽ 1970 🏆🏆🏆 Tricampeão: México ⚽ 1994 🏆🏆🏆🏆 Tetracampeão: EUA ⚽ 2002 🏆🏆🏆🏆🏆 Pentacampeão: Japão/Coreia do Sul.

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웃 O simpático cãozinho azul “Bidu” [1959] foi o 1° personagem de “Mauricio de Sousa” (27 de outubro de 1935); “Cebolinha e Cascão” surgiram um ano após [1960]; “Mônica” e seu coelhinho de pelúcia (inicialmente amarelo e depois azul), de nome: “Sansão”, tomaram conta da turminha em [1963]. A menina do vestido vermelho é inspirada em uma das 6 filhas do cartunista: “Mônica Spada e Sousa” (28 de setembro de 1960); já “Magali”, também inspirada em uma das filhas de “Mauricio”: “Magali Spada e Souza” (5 de outubro de 1961), foi criada em [1964].

Douglas Melo é um premiado jornalista - profissional diplomado em Comunicação Social, poliglota, Mestre/PhD - Philosophiæ Doctor, escritor, cronista e aforista brasileiro. É o idealizador do blog: ® DOUG BLOG + FRASES ® DOUG BLOG, onde é conhecido como: Doug.